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Suzzynha libera para os pedreiros

by: suzzinha

Oi, sou a Suzzyanne, mas todos me chama de Suzzy ou Suzzynha, como preferirem. Moro no Distrito Federal, tenho 27 anos, 165 cm, 52 kg, sou morena e tenho um belo par de coxa que deixas os homens doidos. Adoro sexo a todo momento. Meu maridinho tem 52 anos, é servidor do Senado Federal e me dá de tudo do bom e do melhor, menos o que mais desejo: bastante sexo (coitadinho já não consegue seguir o meu ritmo), então costumo colocar bastante chifres nele, afinal não trabalho e tenho o tempo livre para córnea-lo à vontade. O que vou relatar hoje aconteceu há pouco mais de 1 ano: Meu marido resolveu fazer uma reforma em casa depois do problema no banheiro. Contratou um pedreiro e um ajudante, que fariam o serviço. Quando fui apresentada a eles, senti minha boceta ficar toda alagada. Tentei, mas não consegui pensar em outra coisa a não ser em dar pra eles... os dois. E ao mesmo tempo. Um deles era moreno e se chamava Roberto, tinha um corpo bem atlético típico de quem malha em academia, o outro era João, um negro alto e também era forte. Quando iniciaram as obras, tentei me segurar. Evitava ficar em casa sozinha... mas chegou um ponto em que não consegui controlar meus instintos. Sonhava com os dois me usando, acordava suada, melada. Chega, não podia mais negar... sou puta mesmo. Tratei de não perder mais tempo e como uma boa puta, comecei a provocá-los usando micro shorts e blusas quase transparentes. Quando eles me viam ficavam logo de pau duro, faziam questão de mostrar segurando por cima da calça. As vezes ouvia eles comentando que eu era uma madame muito gostosa e safada para usar aquelas roupas na frente deles quando passava para dar uma olhada na "obra" dos dois. Isso me deixava muito excitada. Mas ficava só nisso, eles não tentavam nada mais ousado. E eu louca naquele cio infernal. Quando a reforma passou a ser em de frente à janela do banheiro, deixava a janela semiaberta para que eles me olhassem tomando banho. Abusava das poses, me abria toda. Quando saia toda cheirosinha do banho, ia servir um cafezinho ou biscoitos para os rapazes. Eles ficavam tentando desviar os olhares, mas não conseguiam esconder o volume que se formava dentro de suas calças e eu doida para devorar aqueles cacetes! As obras seguiram e passaram a ser em frente à janela do meu quarto... para minha sorte, meu marido iria fazer uma viajem a trabalho e ficaria dois dias fora. Tratei de inventar uma desculpa e consegui que minha irmã ficasse com as minhas filhas nesses dias. Pronto... a casa era só minha, e eu seria deles. Finalmente iria saciar meu cio. Agora tinha caminho livre, e foi numa terça-feira que me preparei para ser puta daqueles cacetes.

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