LABYRINX

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Cuidando da irmã.

by: andre.lino

Aos 30 anos, ainda solteiro, engenheiro de produção industrial, era um homem independente e com uma situação financeira muito boa. Apesar das minhas constantes viagens pra fora do país, eu tinha uma tendência (tara talvez) de me envolver somente com mulheres casadas. Devido meu pai ser fazendeiro; pela distância, eu só o visitava uma vez por ano. Dá última vez, ele muito debilitado, me fez prometer cuidar da minha irmã Aline... Seu medo, por ela ser muito xucra (caipira e selvagem), poderia ser facilmente enganada por interesseiros pela sua herança. Dois anos depois, aconteceu de nosso pai nos deixar. Passei um mês em Minas Gerais tratando do inventário e trouxe Aline pra ficar comigo até ela tomar um rumo na sua vida; já que ela seria dona de uma pequena fortuna com a futura venda da fazenda e de outros bens da nossa herança. Larguei por algum tempo meu emprego pra ficar cuidando dos nossos interesses financeiros. Foi um choque pra Aline se deparar com uma cidade do tamanho do Rio de Janeiro... Por muito tempo ela só saía do apartamento em minha companhia. No início ao levá-la pra um passeio no calçadão (Copacabana), Aline ficou horrorizada ao ver tantas pessoas quase nuas (com roupas de banho). Morando em uma cobertura, tinha o privilegio de ter uma pequena piscina na área aberta ao lado do meu quarto. A pedido da própria Aline tratei de deixar a piscina limpa já que ela não queria ir pra praia (eu também raramente ia; mais era por falta de tempo). No dia seguinte, ao chegar da rua e entrar no meu quarto vi que Aline estava na piscina. Ao me aproximar, Aline se assustou e tratou de cobrir seus seios saindo rapidamente da piscina pra alcançar a toalha que estava pendurada do outro lado. Vendo minha irmã só de calcinha nos seus 18 anos é que fui notar o quanto ela tinha um corpo maravilhoso: seios volumosos e firmes, e uma bunda também volumosa, perfeita e bastante redonda... Tive que me conter mostrando naturalidade. Insisti pra que ela aceitasse sair comigo pra comprar pelo menos um maiô, mas ela alegou que não precisava já que ela não queria ir pra praia, e que estava gostando de ficar na piscina. Dias depois, novamente a encontrei na piscina e mesmo me aproximando ela continuou na água, somente procurando cobrir os seios com um dos seus braços... Ela sorriu:

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