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MEU NOIVO ME FEZ VIRAR UMA PUTA.
by: asangelrj6
Eu ainda era virgem quando comecei a namorar o Eduardo. Eduardo era gerente de uma firma multinacional, a mesma onde meu pai trabalhava como encarregado de almoxarifado. Era estranho como meu pai puxava o saco do Eduardo quando ele ia à minha casa pra me namorar. E foi meu pai quem incentivou eu ir passar um final de semana sozinha com o Edu em Cabo Frio. Eu que andava doidinha pra começar a fazer sexo, mas tinha medo de encarar a primeira vez, acabei aceitando. Edu era muito carinhoso, e apesar de ter tentado antes nunca forçou a barra quando eu evitava. O máximo que eu tinha feito era segurar seu pau duro e masturba-lo quando ficávamos namorando no escurinho do quintal, e ele chupar meus peitinhos. Eduardo tinha vinte e oito anos e eu dezessete... Eu tinha exata noção que tinha um corpo que deixava os homens loucos pra me levar pra cama: loira, pele bem clara, peitinhos médios e firmes e uma bundinha média e redondinha. Quando chegamos a noite no apartamento em Cabo frio e sabendo que ia dormir com Eduardo fui ficando nervosa. Tomei um banho, vesti uma camisola e fiquei na sala esperando que ele também tomasse um banho. Delicadamente ele me pegou pela mão e foi me levando pro quarto. Beijando-me muito foi tirando minha camisola me deixando só de calcinha. Fez-me deitar e ficar olhando-o tirar seu short e mostrar seu pinto duro; que eu já conhecia só de segurar. Deitou, e voltando a me beijar foi acariciando minha bucetinha que rapidamente foi ficando molhadinha. Terminou de tirar minha calcinha, e quando ele veio pra cima do meu corpo meu coração disparou... Sabia o que ia acontecer em seguida. Senti forçando seu pinto na portinha e logo foi entrando e rasgando minha virgindade. Senti a ardência, mas sabendo que tinha me tornado uma mulher fui me entregando e gemendo muito com as socadas que ele dava tive o meu primeiro orgasmo com ele. Passamos três dias maravilhosos: indo na praia cedo, voltando pra fazer sexo, sair pra almoçar, tirar um cochilo, fazer mais sexo, voltar na praia e a noite apenas um lanche e muitas horas na cama com Eduardo me fazendo ter deliciosos orgasmos. Tive a impressão de que meus pais torciam pra que eu ficasse grávida pra segurar um bom casamento. Não me engravidei e três meses depois ficamos noivos e passei a ir dormir no apartamento dele nos finais de semana (hoje fico direto), também com o consentimento dos meus pais... Passei a tomar remédios pra não me engravidar. Foi aí que comecei a conhecer melhor o homem com quem estava prestes a casar. Com o tempo, Edu passou a levar filmes pornôs pra assistirmos juntos, o que o deixava transformado me obrigando a fazer o mesmo que acontecia nos filmes: Chupar seu pinto, deixar chupar minha xoxota (adorava) e até fazer sexo anal. Eu que desde o dia que perdi minha virgindade passei a adorar fazer sexo e gozar, fui aceitando... Apesar de ter sofrido e berrado feito uma louca quando ele meteu no meu também ainda virgem cuzinho; adorei. Normalmente no meio do filme, Eduardo passava a meter na minha buceta como um animal e a fazer ao mesmo tempo comentários sobre o filme e sobre os homens que apareciam me perguntando se eu tinha vontade de ter um homem igual trepando em mim... No início fiquei assustada. Mas de tanto ele falar acabei também fazendo comentários sobre algumas mulheres se ele tinha vontade de transar com elas... Eduardo dizia que “sim” e até chegou a falar sobre fazermos sexo junto com outro casal... Não levei a sério. Nem podia imaginar quando ele começou a me levar pra jantar junto com um casal de amigos. Laura e Daniel já eram casados e tinham uma faixa de idade de uns vinte e dois anos: ela morena lindíssima com um corpo escultural, e ele também muito bonito e musculoso. Passamos a sair constantemente juntos, e, depois de estarmos bem entrosados com o casal, em um final de semana Laura e Daniel, após irmos ver um show no teatro foram pra dormir no nosso apartamento. Estava nua na cama com Eduardo quando ele começou a falar que Daniel e sua esposa também tinham vontade de fazer um swing (troca de casais)... Desconfiada.