LABYRINX

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A DIVIDA- PARTE 1

by: luiscarlos141

O meu amigo Jonas nos anos 80 sempre se prestara a fazer-me todos os favores possíveis, desde que bem pagos, evidentemente. Desde fazer pequenos arranjos de soalho, pendurar candeeiros, montar e pintar móveis, conseguir maravilhas com pinturas irrecuperáveis, desenhar programas informáticos, ele era um grande apoio e génio que eu tinha sempre como capaz de me apoiar. Mas havia uma parte em que fui eu a prestar-lhe uma ajuda que era mais delicada; nos anos 80, ele tivera uma má relação com uma gajita e as coisas complicaram-se e foram parar a tribunal e foi necessário que eu ajudasse o meu amigo Jonas no processo, com algumas mentiras para o Juiz, para a situação ficar resolvida. Não foi essa a única situação de tribunais em que eu fui testemunhar para o Jonas, outras apareceram nomeadamente a propósito de querelas com construtores e imobiliárias. Foi uma divida que sempre ficou para saldar, pois esta ajuda foi dada desinteressadamente. Passados alguns anos, o meu amigo Jonas divorciava-se em consequência das investidas da Sandra na casa dele, e acabou por casar de novo com uma mulher de 150 cm de altura, e com uns 45 kilinhos, pele branquinho de porcelana e sem pêlo algum nos bracinhos de gatita. A vida tem destas coisas e acabei por sair de Lisboa por necessidade de desenvolver a minha actividade longe da Capital. Pouco antes de sair ainda foliámos várias vezes e numa das almoçaradas confessou-me pormenores sobre a mulher, que me deixaram sempre de pau em riste; “Sabe a minha mulher é um tratado de mulher, deixa-me sempre em tesão louca; Aquele corpinho de dança erótica sem qualquer pilosidade a não ser a pilosidade púbica esboçando suavemente o seu monte de Vénus bem emoldurado com a vulva bem talhada ao sabor de um caralhão, com uns seios fenomenais, de mamilos bem empertigados e colocados na zona de visão erótica ( só olhar, um pau fica logo duro ), a sua face angelical, que se esgana com grande furor sempre que atinge um orgasmo múltiplo, chispando lume dos seus olhos castanhos, e ganindo como uma cadela, deixando escorrer os seus cabelos castanhos sobre o meu peito sem pêlo, o que é frequente acontecer quando se senta com a cona já encharcada em cima do meu caralho e se delicia a lamber-me o peito pelado e a esfregar com ganas o meu pau de 12 cm que ela adoça na sua cona fazendo-o galgar-lhe as zonas mais fatais para ela, desde o deixar bater a ponta do seu colo do útero na ponta do meu caralho, até esfregar com loucura o seu clítoris contra o dorso bem duro do meu pau; Aí ela torce-se toda, estica os seus braços espalmando as mãos no meu peito, estica bem a cabeça e estende os seus cabelos sobre as suas costas, fazendo firmeza nos lábios, rangendo bem os dentes e endurecendo todo o seu corpo que saltita sobre o meu em movimentos de esfreganço louco; uma humidade cobre-lhe a barriga e os peitos, que ficam encolhidos de tesão com as pontas espetadas em botão duro que repuxa bem toda a sua auréola que escurece, é o momento em que ela entra em transe; a sua leveza é mecânica e dota-a da facilidade de ser agarrada em qualquer posição e ser atacada a toda a força sem qualquer dificuldade provocada por peso excessivo, é um brinquedinho nas minhas mãos que a levam até onde a forças da tesão quiser, e tornando a violência do momento de um gozo único; Nestas fases de delírio orgástico ela gosta de experimentar todas as posições ( clássica, francesa, de 4 patas, os dois em pé com ela sentada sobre o meu caralhito e com as pernas enroladas no meu traseiro, esfregando-se a toda a força contra mim, mordendo os meus ombros), e acabando quase sempre esmurrando-me as costas, depois de mais 3-4 orgasmos na posição clássica; a rapariga sabe do tema e gosta de fazer os seus joguinhos apimentados; um dia ainda te contarei aventuras que ela mantém com o irmão dela”, fiquei deveras impressionado com a pormenorizada descrição que o meu amigo fez da sua mulher, e ainda balbuciei “É pá a tua mulher é um tesouro raro, não a percas!”, mas fiquei sempre remoído nos meus circuitos de pensamento e por vezes ocorria-me esta descrição pormenorizada do Jonas feita com o cérebro toldado pela força do copo do bom vinho e bagaceira que já havia digerido.

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