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Enfeitando a cabecinha do maridinho.
by: asangelrj6
Morando na roça com meus pais numa pequena fazenda, tinha minha vida totalmente sem tempo até pra me cuidar melhor. Estudava de manhã numa escola rural, e voltando pra fazenda tinha que cuidar da casa enquanto minha mãe e meu pai iam trabalhar com o gado; principalmente na ordenha das vacas. Fui aprendendo sobre relacionamento entre homem e mulher assistindo as novelas pela TV, e, já bem mocinha, acabei assistindo um filme pornô quando fui à casa de uma colega da escola que morava mais perto da cidade. Na minha cabeça, o que eu vi no filme, era exatamente o que uma mulher tinha que fazer com o homem com que ela namorasse, noivasse ou casasse. E eu estava nos meus 18 anos quando fui pra cidade ficar na casa de uma tia pra estudar o ensino médio. Logo comecei a namorar um sobrinho da minha tia que estava com 25 anos. Miguel era um cara muito bacana e não demorou pra eu começar a colocar em prática o que vi no filme. Miguel já tinha ficado muito tarado por mim ao saber que eu ainda era virgem, e ao ficarmos pela primeira vez sozinhos na casa da minha tia, cai de boca na sua pica e mamei gostoso até ele começar a gozar lambuzando todo meu rosto. O problema era que minha tia pegava colado comigo e não nos deixava muito sozinhos. Mas logo que aconteceu de novo, foi a vez de deixar Miguel comer minha bundinha... Adorei ser enrabada de quatro sobre a cama; mas ainda tinha medo de dar na frente pra ele, mesmo tendo muita vontade. Voltávamos de madrugada de uma festa de casamento de um colega do Miguel, e indo pro quintal atrás da casa, Miguel aproveitando que eu estava de vestido tirou minha calcinha e me fazendo ficar de costas pra ele apoiada no tanque de roupas, meteu na minha bucetinha arrancando meu cabacinho... A merda toda é que minha tia estava vendo tudo da janela da cozinha. Resumindo: três meses depois estávamos nos casando (só no civil), mesmo não tendo ficado grávida por ele ter gozado na minha buceta. Virei uma tarada e queria sexo quase todos os dias deixando meu maridinho muito preocupado... Mas ele fazia de tudo pra dar conta do recado - rsrsrsrsrsrs. Já tinha conhecido o amigão inseparável de Miguel, mas fiquei um pouco chateada quando Orlando; que era solteiro passou a frequentar demais nossa casa e até dormir no quarto de hospedes principalmente nos finais de semana quando voltavam do campo de futebol, muitas vezes sujos da cabeça aos pés. Numa discussão com Miguel, acabei falando sobre ele ficar trazendo seu amigo constantemente pra dentro de casa, me tirando a liberdade. Ele defendeu o amigo e ainda mencionou de que eu não precisava ficar tão inibida na frente do Orlando; já que ele era praticamente como um irmão. E quando Orlando abriu a porta do nosso quarto procurando pelo Miguel me vendo só de calcinha, no outro dia fiz questão de contar pro Miguel que novamente achou tudo normal e ainda rindo: