LABYRINX

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Gata gemendo e pedindo uma gostosa esporrada

by: morpheus

Meu nome é Robert, tenho 33 anos, 1,75m de altura, sou moreno, porte médio (atlético, mas sem exageros), peludo (principalmente nas pernas e braços), muito carinhoso e carente. Hoje vou falar sobre uma ex-namorada que tive, que deixou muita saudade, especialmente porque foi com ela que transei a primeira vez, aos 22 anos “ situação da qual, hoje, não sinto mais nenhuma vergonha. Kátia tinha 19 anos, com 1,68m de altura distribuídos em um corpo atlético (ela praticava uma arte marcial), muito bem torneado, com costas largas e sensuais (sou vidrado em costas de mulher), com alguns músculos... Coxas grossas, com pêlos que ela alourava cuidadosamente; o bumbum era uma delícia, empinado e carnudo, durinho; seios médio, mas fartos e apesar de enrijecidos; cabelos castanho-claros escorridos até o meio das costas, olhos castanho-claros... Lembram de como estava a atriz Adriana Estevez na novela Renascer, da Globo” Katia era i-gual-zi-nha (só que mais gostosa). Estávamos namorando há três meses, e transando há apenas uma semana, quando ela não havia resistido ao tesão que sentíamos, pois apesar dela ter deixado de ser virgem com o ex-namorado, a situação havia sido tão traumática que ela havia prometido p/ si mesma que não queria, ao menos por hora, transar com mais ninguém - sentia-se como uma puta. Bom, essa primeira transa “ que foi a minha primeira transa, aliás “ não foi tão boa, para ela, porque quando propus uma posição mais confortável (estávamos em pé) acho que a ficha dela caiu no sentido que o que era para ser apenas um rala, de repente acabou envolvendo penetração, e começou a chorar. Bom, depois que a acalmei, ela jurou de pés juntos que não transaríamos mais, e eu, apesar de achar que ela estava sendo radical naquela hora (já que estava tomando uma decisão baseada no emocional), respeitei sua decisão. Não gosto de forçar ninguém, portanto deixei as coisas transcorrerem naturalmente, ao mesmo tempo em que vinha dando tratos à bola. Afinal, na prática, a coisa acabou sendo diferente... Certa noite, ainda lembro que foi num domingo, seus pais e seus irmãos (menores), já haviam ido dormir, e nós gozávamos da confiança de toda a família (é, por isso mesmo gozamos muito, mesmo...); a única coisa que eles exigiam é que nós não saíssemos sem a sua permissão após a meia-noite (e quem queria sair”...).

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