LABYRINX

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luco por primas

by: safi

Não sei se isso acontece com todo mundo, mas eu sempre fui fissurado pelas minhas primas. Já aos três anos de idade (ainda consigo me lembrar) tomei uma surra de minha avó, pois ela flagrou eu e minha prima mais velha, Mariana, de quatro anos, nus, mexendo eu na xaninha dela e ela no meu pintinho. O tempo foi passando e novas aventuras foram acontecendo. Teve também minha outra priminha Aline, eu devia ter uns doze anos e ela uns oito aninhos. Estávamos na casa dela assistindo TV, ela deitadinha no sofá com as pernas em cima do meu colo. Instintivamente comecei a alisar suas pernas, ela estava de mini saia, e fui subindo devagarinho. Passava a mão por cima da calcinha e ela nem reagia, continuava assistindo TV como se nada estivesse acontecendo. Afastei a calcinha de lado e lentamente enfiei a ponta do meu dedo naquela xaninha lisinha e vermelhinha. Como a família estava toda reunida na casa, tinha que ser bastante cauteloso, então, rapidamente, me abaixava, beijava aquela linda xaninha, enfiava a língua e sentava de novo no sofá disfarçadamente. Depois corri para o banheiro e bati uma deliciosa punheta. Depois deste acontecimento, até Aline crescer, completar seus dez ou onze anos (porque depois ela começou a me evitar de medo, tomou juízo), sempre que tinha oportunidade, agente se escondia da família, alisávamos um ao outro, tudo muito rápido, medo e excitante. No clube que freqüentávamos brincávamos de salvamento: ela fingia que se afogava, eu mergulhava, chupava, mordia e lambia sua xoxotinha e emergíamos como se nada estivesse acontecendo. Enfim, toda esta introdução é para explicar o meu desejo incontrolável pelas minhas primas, que sempre se resumiu em buracos de fechaduras, roubar calcinhas usadas, um esfrega esfrega daqui outro ali, porém, quem espera um dia acha. Tudo aconteceu alguns anos mais tarde, eu tinha dezessete anos e minha prima, Luciele, tinha uns treze anos. Outra priminha que eu sempre tive maior tesão, que talvez pelo fato de encontrar com menos freqüência do que com as outras durante a infância, até rolava uma espécie de amor platônico, falávamos de nos casar quando crescêssemos e até nossa avó brincava dando maior apoio. Ela era toda perfeitinha, afinal tinha treze anos, né... Cabelos pretos e lisos, pele bronzeada, seios grandes (puxou minha tia), olhos azuis, uma cinturinha que ressaltava sua bunda empinada e generosa. Sempre bastante vaidosa, perfumada, usava roupas bem justas, pequenas para destacar seu corpinho maravilhoso. Naquele dia eu dormi na casa do meu primo (irmão da Luciele) no interior, que tinha a minha idade e eu considerava como um irmão. Estava bastante calor naquela noite e eu, meu primo e minha prima assistimos TV até tarde da noite, meus tios já haviam ido dormir no seu quarto. Eu e meu primo fomos para o quarto dormir (camas separadas é claro) e minha priminha com aquela camiseta folgada, mostrando o soutien e aquele shortinho minúsculo, continuou na sala deitada no sofá, assistindo TV. Algumas horas depois que eu já estava dormindo, levantei para beber água na cozinha e pude ter uma das sensações mais deliciosas da minha vida, quando vi minha prima, com a TV desligada, apenas com a luz da lua adentrando a sala, deitada no sofá, apenas de soutien e calcinha, dormindo como uma princesa. Voltei, certifiquei-me de que todos estavam dormindo na casa e me aproximei da Luciele. Me abaixei e cheirei aquele corpinho inteiro sem lhe tocar, dando beijinhos de leve em seus lábios, sem acordá-la. Suas pernas estavam levemente afastadas e aproximei meu nariz de sua xaninha sentindo um perfume quente e delicioso entrar em minhas narinas e me queimar por dentro, meu pau já estava estourando minha cueca. Aproximei minha boca de sua xaninha dando beijos de leve, podendo perceber que possuía poucos pêlos, foi quando senti uma pequena contração da Luciele que respirou profundamente. Me deu medo, me afastei e fiquei pronto para correr, mas ela continuou de olhos fechados. Voltei ao ataque, desta vez bem de mansinho, abaixei a alça do soutien dela, conseguindo liberar o bico dos seios dela, eram maravilhosos. Com a ponta da língua, brincava com ele enquanto minha mão liberava o outro seio. Sem pudores comecei a aumentar meu contato, beijando, mordendo e chupando ora um seio ora outro, sentindo a respiração da minha prima aumentar vagarosamente. Já estava quase gozando ali quando senti uma mão na minha nuca apertar minha boca contra aqueles seios maravilhosos. Era a mão da minha prima, me dando carta branca, de olhos fechados, porém bastante acordada. Sem hesitar, abaixei meu calção e levei a mão da Luciele até meu pau, que apertou fortemente e segurou com vontade. Beijei a boca dela demoradamente e ela bastante ofegante alisava minha rola com bastante carinho. Tirei o soutien e, beijando sua barriguinha, tirei sua calcinha por completo. Ela de olhos fechados se contraindo inteira, não largava do meu pau, então, peguei ela no colo, coloquei-a ao chão no tapete e fiquei na posição 69. Afastei suas pernas e suguei com enorme voracidade aquele mel que escorria de sua bucetinha. Era uma xaninha bem lisinha, com poucos pêlos, mas ardente de tesão. Ela sem experiência, acariciava e beijava meu pau, sem colocá-lo na boca, o que me fez gozar muito em seu rosto delicado. Ela não falou nada, continuou de olhos fechados, apertando meu pau, se contorcendo sem parar. Peguei sua camiseta e limpei seu rosto. Depois de alguns minutos ali com minha língua passando por toda a extremidade de sua bucetinha, chegando no cuzinho e voltando, minha prima deu um breve mas profundo gemido e lavou meu rosto com seu gozo delicioso. Meu pau não tinha amolecido, então, coloquei minha prima de quatro e enfiei bem devagarinho naquela bucetinha encharcada. Não consegui enfiar meu pau inteiro, quando chegava em um determinado ponto minha prima se afastava, acho que devia doer, então, dentro daquele limite comecei um vai e vem aumentando o ritmo gradativamente. Com aquela cinturinha pequena e aquele bundão empinado para mim, não resisti e enfiei a ponta do dedão naquele cuzinho delicioso. No começo ela resistiu mas depois relaxou e meu pau e meu dedo entravam no mesmo ritmo nos buracos de minha priminha. Estava quase gozando quando ela tampou sua própria boca e começou a ter espasmos de um novo gozo que durou diversos minutos, o que me levou a gozar profundamente naquela bucetinha. Meu pau dentro dela amoleceu um pouco, ela deitou-se exausta de bruços no tapete e eu fiquei ali dando beijinhos em suas costas. Peguei ela no colo coloquei ela de volta no sofá e coloquei de volta sua calcinha e soutien, afinal o dia já estava clareando. Limpei o gozo meu e dela com sua camiseta, fui até a cozinha beber um pouco de água, dei um leve beijo em sua boca e voltei a dormir e ela continuou ali do jeitinho que tinha visto no início. Quando acordamos pela manhã, ela tinha acabado de sair do banho, nos cumprimentamos como se nada tivesse acontecido e fomos almoçar na casa de minha avó. O que aconteceu depois eu deixo para vocês leitores divagarem. A única coisa que digo é que estou com 23 anos, tenho a camiseta da minha prima guardada até hoje com o perfume dela e um cheiro forte de porra ainda, minhas primas ou estão namorando ou estão casadas, mas eu sempre que tenho oportunidade convido uma delas para ir ao shopping, passear, na maior cara de pau, com sorriso de malícia, elas recusam mas sorriem também, quem sabe um dia eu arrasto uma delas...

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