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A filhinha que virou a putinha do paizinho.
by: asangelrj6
Eu tinha tantos problemas de relacionamento que cheguei aos 19 anos virgem. Começou com meu primeiro namorado que logo veio querendo exigir que fizéssemos sexo... Terminei logo. Eu gostava de beijar na boca e até de uns carinhos mais ousados... Mas só permitia por cima da roupa (só namorava de calça comprida). Quando sentia fazendo pressão pra fazermos sexo ou até apenas pra mostrar meus peitinhos, eu terminava com o namoro. Passei a sentir vontade de transar; mas na hora “H” eu travava e não conseguia nem segurar no pau duro do namorado; saía correndo como se estivesse me afastando do diabo. Chegou um tempo, era os rapazes que evitavam namorar comigo apesar de não ser feia e ter um corpo bastante provocante: alta (1,70 m; 65 kg), cintura fina, seios médios e bumbum cheinho. Tinha poucas amigas e não me abria com nenhuma delas; minha mãe, era tão fútil (metida a madame) que não me atrevia a falar sobre meus problemas com ela. Já meu pai era um homem calmo, sorridente e bonitão nos seus 55 anos e vivia querendo saber o que se passava comigo no colégio... Mas só lhe contava o trivial é claro. Andava tão deprimida, que um dia em que ele me perguntou se estava namorando, acabei fazendo carinha de choro e me recostei no seu peito dizendo que não tinha sorte com nenhum namorado. Ele fazendo carinho nos meus cabelos pediu pra que eu lhe contasse o que estava se passando comigo. Apesar de todo meu constrangimento, acabei que com meu rosto escondido no seu peito comecei a falar do meu medo relacionado a sexo; de como eu me comportava quando o rapaz era um pouco mais ousado comigo... Foi aí que veio a pergunta que me deixou num beco sem saída.