Conteúdo do Labyrinx
O Amigo do meu Filho Parte 4
by: silmaraquirino
Continuando o relato, para quem está lendo pela primeira vez sugiro, ler os outros contos anteriores. Me chamo Sílvia, sou branquinha 1,50 mts, 50 kg, baixinha, cabelos pretos, tenho uns seios enormes uma bunda bem grandinha, na época tinha 40 anos, mas nem parecia ter essa idade, sempre aparentei ser bem mais nova. Então como eu ia relatando, depois daquele dia que passei dos limites de provocar o, Ladislau o amigo do meu filho, que tinha 16 anos, ele continuou vindo direto aqui em casa, sempre que meu filho não estava, só que agora ele estava ficando abusado, antes ele vinha sempre com uma desculpinha para ficar aqui, agora não tinha mais isso, eu abria a porta ele já ia entrando, depois me cumprimentava me abraçando, e ficava esfregando em mim, e também começou a vir de shortinho de lycra curto e folgado, acredito que ele vinha até sem cueca. Pois dava pra sentir bem seu pauzão duro, quando me abraçava. Eu ficava com medo pois se meu filho chegasse, não ia ter como disfarçar o volume no short, pelo menos a outra bermuda era apertada no corpo, dava para disfarçar. Ladislau estava ficando abusado mesmo, e todas as vezes a mesma coisa, até que um dia eu estava na cozinha com comida no fogo (e como sempre com aquela camisolinha fininha e curta, que eu colocava para provocar ele) e não podia sair, pois tava mexendo a panela. Ele veio por trás me abraçou e ficou roçando atrás de mim. Eu sentindo um negócio duro atrás de mim, mas não dava para eu sair, se não ia queimar o tempero. Então olhei de lado, pelo reflexo do espelho do armário da cozinha, e deu para ver bem,. ele tava com aquela rola dura fora do short, e se esfregando em mim. Como o short era curto e folgado, ele deve ter levantado a parte de baixo e colocado aquele pauzão pra fora. Nossa.. eu gelei. Pensei assim: por que, eu fui provocar esse moleque. E o pior, é que eu não podia sair dali, tinha que continuar. Ele roçou, roçou, e quando veio com a mão subindo para apertar meus seios, aí eu tive que sair. Apaguei o fogo. Pedi licença a ele. Ele rapidinho colocou o pau pra dentro do short e saiu. Ele foi para a sala e me chamou para fazer massagem nos pés. E eu fui pro meu quarto, sentei na cama e fiquei refletindo. Eu até queria o deixa-lo, meter na minha bucetinha, mas ainda não tinha confiança nele. Pensava assim: se ele já ta assim abusado, imagina se eu já tivesse transado com ele.....o que ele não taria fazendo? Pensei também: vou ter que cortar esses abusos, como?... Não sei..,mas vou ter, que cortar....Então fui, fechei a porta do quarto, mas sem trancar, e me deitei. Demorou um tempo, escutei uma vóz: dona Sílvia...e a maçaneta da porta girando. Fingi estar dormindo e também pensei: nem bate na porta e pergunta se pode entrar... Só chamou uma vez, e foi abrindo a porta, pô. Tá passando dos limites. Eu continuei fingindo estar dormindo. Escutei a porta abrindo e ele de novo: dona Sílvia, dona sílvia a massagem.... e logo depois uma mão me balançando e chamando meu nome: dona Sílvia. Eu estava deitada de lado. E ele falando: vamos.. a massagem...Como ele viu que eu não acordava, ele parou de me balançar. De repente ele começa a alisar meu braço, vai subindo e começa a alisar de leve meus seios. Deita atrás de mim e começa a roçar na minha bunda. Eu comecei a ficar com tesão e ao mesmo tempo com medo. Porra, ele tava ficando muito abusado. Do jeito que era, tava arriscado dele querer entrar no meu quarto até com meu filho em casa. E ele continuando a alisar e a roçar. Já tava, ficando molhada com aqueles carinhos nos meus seios, e aquele pauzão duro me roçando. Queria muito sentir aquele pauzão gostoso dentro de mim. Mas não podia facilitar ele tava ficando muito abusado. De repente ele parou de me roçar e levantou. Comecei a sentir aquela mão alisando minha bunda. Senti ele levantando a minha camisolinha, e sua mão alisando a minha bunda por cima da calcinha. Então ele foi, abaixou um pouquinho minha calcinha, abriu um pouco a minha bunda e passou a língua no meu cuzinho. Nossa...que delícia... me arrepiei toda na horas. Ele ficou passando a língua no buraquinho, eu querendo gemer e me segurando para não fazer barulho. Pra todos os efeitos eu estava dormindo. Mas minha buceta já tava toda ensopada. E eu querendo gritar: vai porra, coloca logo esse pauzão gostoso na minha bucetinha...caralho... empurra tudo. Mas ainda faltava confiança nele. De repente ele parou com as línguada , e saiu. Logo depois eu sinto uma chapeleta tentando entrar. Ele deve ter cuspido no pau que senti uma baba, naquela cabeçona grossa. Pensei: safado, tava só molhando pra me arrombar. E pensei : no cu não, aquele pauzão é muito grosso..vai me esfolar toda..Então, eu dei uma mexida, fiz que tava acordando. E ele, deu um pulo e se jogou pra debaixo da cama. Fiquei pensando: ele foi com muita sede ao pote no cu, tinha que ter vindo com jeitinho na bucetinha, do jeito que eu tô, eu não ia conseguir resistir. Mas pensei também: pela línguada no meu cu, ele merece um presentinho. Então eu fui, virei um pouco deitando de frente, cruzando as pernas com a barriga pra cima. E pensei: ah.. que se foda...Desabotoei a parte de cima da camisola, abaixei o sutiã, que era pequenininho mesmo, botei os seios para fora, e só encostei um pouquinho a camisola, para não ficar muito na cara a safadeza. Coloquei um braço em cima do rosto fazendo uma cabaninha nos olhos, e fiquei quietinha. E pensei..porra, é só ele abrir uma pouquinho a camisola e cair de boca. Esse vai ser meu presentinho pra ele. Daqui a pouco escuto aquela voz.. Dona Sílvia , me balançando. Eu nem me mexia.. e pela cabaninha do braço, dava para ver aquela cabeçona vermelha quase toda pra fora do short. Ele foi, alisou minha barriga, e depois passou a mão por cima da calcinha. Mas como eu estava com as pernas cruzadas, acho que ele entendeu que não ia dar para meter ali. Então ele subiu e deu uma alisada nos meus seios, por cima da camisola. Ficou alisando, alisando. Eu vendo tudo bem discreta pela cabaninha dos braços. De repente com a outra mão, ele bota, aquela tora linda e cabeçuda pra fora do short. Segura firme naquele pauzão gostoso, e começa a se masturbar alisando meus seios. E a camisola foi se abrindo. Tô vendo, ele cuspir na mão, passar no pau e se masturbar, toda hora. Toda hora. O bico do meu peito tava que nem uma rocha, bem durinhos. E eu cheia de tesão. Mas eu continuava com um braço no rosto e o outro esticado na perna, bem quieta, e tô vendo, ele cuspindo na mão e acelerando a punhetinha. Pôxa, eu tava doidinha para sentir aquele pauzão gostoso, dentro de mim, mas não podia facilitar não. De repente, ele abriu minha camisola. Ai eu pensei: porra é agora, ele vai cair de boca. E pensava também: vai delícia.., chupa gostoso.., caralho.., hoje é tudo seu. Ele veio e começou a me balançar forte e chamar meu nome: dona Sílvia, dona Sílvia. Eu ficava quietinha. Então ele foi, ficou de joelhos em cima de mim, colocou aquela rola toda babada de cuspe no meu do meu peito e começou a fazer uma espanhola. Eu pensei: porra ele ta doido. E ele começou a mexer bem rápido, bem rápido, e cuspindo no pau. Ai que tesão. Ele tava tão fissurado que ele nem viu, eu colocar a mão na minha bucetinha e começar a me masturbar. Eu tava tão ensopada, que chega até a calcinha tava melada. Ele apertava o meu peito, junto com o bico durinho, naquele pauzão gostoso. Porra que delícia....Ele tava mexendo rápido, chega tava suando. Aquela rola, grossa tava quase batendo na minha boca. Eu abaixei um pouco o queixo, sem ele perceber, abri um pouco a boca, e deixei a cabeçona encostar nos lábios. Ele tava tão doido com tanto tesão, que nem percebeu que eu tava quase chupando aquele pauzão delicioso. Porra tava muito gostoso. De repente meu corpo começou a dar arrepios, acelerei a siririca na bucetinha, me contorci toda, estiquei o pé. Comecei a da uma gemidinha baixinha. Ai..ai...ai...ai...E aí, saiu aquela gozada gostosa. Porra que delícia.....Ladislau, acho que tava vendo que não ia conseguir gozar na espanhola. Então ele começou a se masturbar e passar a cabeçona, daquele pau gostoso na meus lábios. Daqui a pouco eu só vi ele dá uma gemidinha ahh..ahh...E saí, aquela porra gosmenta e amarelada. Saiu muita porra, caiu na minha boca, no meu cabelo, na cama , no chão. Ele foi no banheiro, pegou papel higiênico, limpou tudo, e foi embora. Só escutei a porta da sala abrindo e batendo. Levantei, e fui tomar um banho. Porém quando a água quente começou a cair no meu corpo, comecei a imaginar Ladislau tomando banho comigo, alisando meu peito, apertando minha bunda, mordendo o biquinho do meu peito. Nisso eu comecei a me tocar. A alisar meu seios, apertar o bico, acariciar o grelo da bucetinha, imaginando Ladislau, com aquele pauzão me arrombando. Me chamando de puta. Daqui a pouco comecei a gemer: ai...ai.. ai.. Ladislau.. ai.. ai..Dei outra gozada gostosa, que chega fiquei mole. Sai do banheiro, sentei na cama e fiquei refletindo: Ladislau tá me deixando confusa, tá mexendo comigo, porra, eu sou casada. Ele, é só um moleque. Resolvi parar com as brincadeiras, mesmo por que meu marido tava chegando de viagem, e não ia prestar, ele encontrar Ladislau, aqui dentro. No outro dia, Ladislau tocou , tocou e eu não fui atender a porta. Passou um tempo e ele tocou de novo. Ele ficou a tarde toda, tocando a campainha, só foi embora a noite, quando tava perto do meu filho chegar. Todo dia ele vinha e eu não abria a porta. Depois de um tempo ele começou a vir esporadicamente, mas mesmo assim ,eu não abria.