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Fisgada na rede (Parte III)
by: mulher
Corri de volta para casa. Corri, corri. No meio do caminho quando já podia avistar as casas parei, olhei para traz e de longe vi o meu pescador ali parado. Voltei a andar em direção a casa e coloquei a parte de cima do meu biquíni. Enrolei-me na canga e voltei a correr. Cheguei toda suada. Ao entrar na sala vi todos na mesma posição. Meu irmão tirando catôta, minha mãe com os bobs e meu pai, o velho deputado com a bermuda surrada e a barriga de fora. Entrei para meu quarto e fui direto pro chuveiro. Liguei a ducha e fiquei ali. A água escorrendo pelo meu corpo e eu sentindo a força daqueles braços. Seu cheiro estava em minhas narinas, seu sabor em minha boca. Sentei no chão do banheiro e deixei a água escorrer por entre minhas pernas, a suavidade e a temperatura fazia um contraste delicioso com minha pele quente. Abri mais as pernas e me toquei. Poxa, não conseguia tirar Pedro da minha cabeça, do meu corpo. Toquei minha xotinha depilada, passei um dedo no meu ponto, queria e imaginava sua língua, apertei. Prendi entre dois dos meus dedos e com a outra mão brinquei. Enfiei um, depois dois dedos e me lembrei do volume embaixo daquela sunga preta. Queria ele. Queria dentro de mim. Pequei o meu hidratante, sempre tinha gostado do frasco, roliço, macio. Era uma embalagem emborrachada e macia. Enfiei. Enfiei. Enfi... HHHHHAAAAAAAAAA!!!!!!. Que gozo. Pedro. Que gozo. Fiquei ali com a água escorrendo, com o gozo escorrendo e ele dentro de mim. Dentro de minha cabeça, dentro da minha boca, dentro das minhas narinas.