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PROFESSOR MALVADO

by: reimann

Olá caros, este é o primeiro conto que posto, é o primeiro de muitas coisas que já vivi. Posso dizer que já experimentei muito em sexo com homens, de todos os tipos. Primos, amigos, colegas de esporte, na academia, na faculdade, na balada, estacionamento, infância, em banheiro público, na praia, casa abandonada, mato, parques, pedreiros, estranhos, casados, técnico de treino, bate papo, amigo do primo, irmão do amigo, enfin. Hoje estava lendo alguns contos, adoro fazer isso e bater uma imaginando como foi e, decidi escrever, hoje vou falar de um caso com um professor, digo professor porque é a profissão dele, nunca me deu aula a não ser na cama. Hoje tenho 21 anos, 1,70m e 68kg tive muita sorte nesse assunto e sempre tive atração por homens, homens machos. Sempre fui um menino bonito, baixinho, bunda e pau grande, e com corpo atletico, pois cresci praticando esportes de alto impacto. No final de 2005, eu navegando numa rede de relacionamento gay recebi uma mensagem desse professor que me chamou atenção pela foto, até ai não sabia quem era. Conversamos um pouco, trocamos msn e ligamos a cam, e realmente ele era um belo homem, do tipo que eu gostava, mais velho e maior de corpo, definido e firme, rosto e sorriso bonito, 35 anos, fiquei super interessado. Convesando com ele descobri que moravamos no mesmo bairro em Curitiba (a 3 ou 4 quadras +-), e que ele era professor universitário na UFPR. Como era final de ano eu ia viajar e ele também não deu para marcar, até porque eu tinha receio de fazer coisas assim com quem conhecia na web. Passado alguns meses o conheci pessoalmente, sem querer, eu voltando da aula e ele entrando em um restaurante próximo do colégio, ele me reconheceu e eu super sem graça, conversamos um pouco. Para a minha sorte eu estava voltando pra casa sozinho nesse dia, então ele entrou no restaurtante e eu segui em frente, o dias foram passando em começamos a nos encontrar sem querer pelo bairro, as vezes voltando do colégio, as vezes indo pro treino, na panificadora. En quanto as semanas passavam continuavamos a conversar pelo mns e eu sempre mentindo que ainda era virgen, aff. Até que um belo dia, no inicio das férias de julho/2006, encontrei ele no mesmo restaurante quando eu voltava do colégio, ele perguntou se podia me dar uma corona, eu ainda sem graça aceitei. Batendo papo, ele pergntou (vou escrever +- como foi o diálogo):

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