LABYRINX

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SOU FELIZ SENDO MULHER DO MEU PAI...

by: salinasvamp

Tivemos uma época muito difícil, quando meu pai foi dispensado do seu emprego onde ele trabalhava a mais de 25 anos. Ele com os seus 51 anos, apesar de ser formado em contabilidade fiscal e muito experiente, passou a encontrar dificuldade em arrumar um novo emprego. Umas das primeiras atitudes que ele teve que tomar foi de sairmos de bela casa onde morávamos de aluguel, para uma outra bem menor (sala, quarto, cozinha pequena e apenas um banheiro também pequeno) em outra cidade. Minha mãe que sempre teve mania de grandeza começou a discutir muito com meu pai achando que ele não teria condições de arrumar um novo emprego, e que ele devia deixá-la usar o dinheiro que ele vinha economizando justamente pra comprar uma casa própria. Ela acabou nos deixando pra ir morar com meus avós que tinham uma boa situação financeira. Meu pai ficou um pouco abalado, e saindo quase todos os dias atrás de emprego começou a chegar em casa um pouco bêbado. Fiquei alguns meses sem estudar, pois precisava esperar o ano seguinte pra me matricular em um colégio público... Passei com meus dezessete anos a ter que cuidar da casa e do meu pai. Ainda bem que eu sabia me virar na cozinha com o trivial. Passei eu a discutir com meu pai na tentativa de fazê-lo enxergar o mal que ele estava fazendo a ele mesmo, dizendo que andava com uma aparência horrível de tanto beber. Até que ele deu um tempo na bebedeira durante a semana, mas era chegar o final de semana pra ele encher a cara... Aquilo me deixava muito apreensiva. Me lembro que foi num sábado à noite, ele chegou bêbado dizendo que ia tomar um banho antes de fazer um lanche que eu tinha preparado. Fiquei na sala (era onde eu dormia – no sofá) aguardando, e percebendo que ele demorava pra entrar no banheiro fui bater no seu quarto. Bati várias vezes, e não tendo resposta e percebendo que a porta não estava trancada, acabei entrando. Meu pai estava deitado na cama completamente pelado, com suas roupas jogadas no chão e uma toalha grande ao seu lado. Por ser o banheiro muito pequeno, era costume dele ir pro banho com apenas uma toalha em volta da cintura. Vendo que ele dormia profundamente, não tive nenhum receio de me aproximar da cama e ficar olhando pro seu pinto caído sobre uma das suas pernas. Lógico que eu já tinha visto um pinto adulto; a do meu único e último namorado que deixei na cidade onde morávamos. Mas a comparação que acabei fazendo era que mesmo mole, o do meu pai era bem maior e bem mais grosso. Acabei saindo e voltando pra sala, onde sentada comecei a pensar que, se eu estava no lugar da minha mãe eu tinha que tomar alguma atitude e ajudá-lo no que fosse possível. Voltei e mesmo constrangida fui tentando acordá-lo. No fundo estava adorando poder ver meu pai peladão. Ele abriu os olhos e demorou um tempinho pra perceber que estava pelado e me vendo cobriu seu pinto com as duas mãos.

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