Conteúdo do Labyrinx
Uma filha bastante liberal.
by: andre.lino
Um telefonema anônimo me fez instalar câmeras camufladas em alguns cômodos da minha casa e descobri duas coisas: realmente minha mulher andava me traindo com meu melhor amigo; na minha cama, e minha filha Joelma (adolescente) sabia de tudo... Ficava em casa enquanto a mãe ia pro quarto com o amante. Eu que nunca fui violento, simplesmente resolvi me separar... Mas por um bom tempo continuei sustentando a vagabunda da minha Ex e a safadinha da minha filha. Como constantemente vivia tendo que viajar a serviço, resolvi dar um tempo na minha vida amorosa e não arrumar nenhuma outra mulher pra morar comigo... Não queria levar chifre novamente. Passei praticamente 5 anos tendo apenas contatos telefônicos com minha filha, quando as duas passavam por alguma dificuldade e precisavam da minha ajuda... Meu coração de manteiga me forçava sempre a dar uma ajuda; além do aluguel da casa que continuava pagando. Joelma me ligou muito aflita dizendo que sua mãe já não aparecia em casa a mais de uma semana, e que apesar dela ter ligado duas vezes dizendo que estava tudo bem; não explicava o que tinha acontecido. Fui até a minha casa antiga e junto com Joelma começamos a ligar pros parentes da minha ex... Foi um tio de Joelma quem informou que ela estava trabalhando em Mato Grosso do Sul com divisa com o Paraguai... Não demorou muito pra descobrir que ela estava tralhando como puta em um cabaré. Acho que Joelma, se sentindo muito sozinha, passou a me ligar constantemente e mesmo ainda muito ressentido por ela ter sempre acobertado as safadezas da mãe passei a convidá-la pra sair comigo de vez em quando... Gostava muito de frequentar à noite: restaurantes; cinemas; boates; orla da praia; shows e etc... Pra falar a verdade, estava gostando era de poder ir aos lugares com uma jovem bonita como minha filha. Joelma, com 20 anos tinha se transformado uma jovem belíssima: ruiva; pele branquinha; peitinhos médios salientes e uma bundinha muito gostosa... Ficava todo cheio ao ver que as pessoas reparavam a nossa presença e imaginava o que muitos deviam pensar de um cinquentão de braços dados com uma ninfeta tão novinha. Foi num restaurante com músicas ao vivo em que Joelma pediu pra dançarmos juntos é que comecei a sentir o quanto minha filha como mulher estava mexendo comigo. A própria Joelma é quem nos fez ficar bem grudadinhos enquanto dançavamos pelo salão; sentia seus peitinhos numa blusa muito decotada e nitidamente sem sutiã, pressionados no meu corpo... No início fiquei preocupado ao sentir que estava ficando excitado; mas, ao ter a impressão de que Joelma percebeu e ela com a cabeça apoiada no meu peito: