LABYRINX

🔞 Conteúdo adulto — 18+

Conteúdo do Labyrinx

UM INDIO EM MINHA VIDA

by: zomilaki

Meu nome é Carlos e depois de muito pensar enquanto lia contos deste saite, resolvi contar a todos como foi a descoberta de minha sexualidade. Antes de mais nada vamos situar os fatos: o que irei relatar ocorreu quando eu tinha 20 anos, hoje tenho 45 anos, sou casado, 1,80m, 78 kg bem distribuídos, olhos castanhos, cabelos escuros encaracolados, pernas grossas e firmes e uma bundinha que além de empinada é macia e, como dizem os que já a conheceram, uma delicia! Mas vamos ao que interessa, até os meus 20 anos sempre levei uma vida sexualmente ativa e hetero, pois nunca tinha me passado pela cabeça que poderia um dia a vir gostar de transar com outros homens, aliás eles não me atraiam de forma alguma, fosse pelo olhar, ou pelo falar, ou pelo andar e menos ainda pelo corpo, até quando os via no vestiário do clube tomando banho. Na verdade o que sempre me fascinava eram as mulheres, não me cansava em admirar o modo suave com que falavam ou faziam as coisas comuns do dia a dia, adorava vê-las usando roupas coloridas e femininas, como vestidos, saias curtas, blusas decotadas, sandálias de salto alto, detestava quando usavam calças jeans, sapatos fechados, me divertia em observar a combinação de cores em suas maquiagens, enfim as adorava e admirava, tanto que no meu circulo de amigos, era sempre o mais elogiado por elas, como sendo um perfeito cavalheiro, sempre solicito, gentil, prestativo, todas sempre diziam que eu seria o marido ideal, o sonho e desejo de toda mulher. Mas jamais havia passado pela minha mente que aquilo poderia ser uma vontade intima de ser uma delas, tinha plena certeza que aquela era a melhor forma de conquista-las e realmente era o que sempre acontecia e eu, é claro, sempre me aproveitava muito bem da situação. Resumindo, não havia uma do grupo que eu não tivesse transado. Mas como dizem, nunca se sabe o dia de amanhã, naquele ano o destino havia preparado algo de muito especial para mim. Era setembro, primavera, época em que as pessoas se tornam mais sensíveis, mais abertas à paixão e ao amor, nossa turma da faculdade resolveu fazer uma festa para angariar fundos para a formatura e opção foi uma festa à fantasia. Na faculdade não se falava sobre outra coisa a não ser sobre fantasias, cada um queria apresentar uma idéia mais criativa que o demais e eu, na minha timidez, ficava a cada dia mais desesperado com a festa. Nunca gostei de fantasias, não me sentia bem dentro delas, até no me vestir diariamente procurava sempre usar roupas o mais discreto possível mas, por outro lado, não poderia perder a festa do ano. Na indecisão fui enganando a mim mesmo, sempre dizendo amanhã eu decido a fantasia, só que este amanhã nunca chegava, mas o que chegou foi o sábado, dia da festa, e eu, sem decidir qual fantasia iria usar. Acordei por volta das 11h00, p. da vida comigo mesmo, pela minha indecisão e covardia em usar uma roupa diferente das normais, resolvi que não usaria nenhuma fantasia e sim uma simples camiseta de algum time de futebol e já estava muito bom! Feliz da vida por ter decidido sobre minha “criativa” fantasia, sai para encontrar os amigos. Como fazíamos todos os sábados, nos encontrávamos no clube a lá passávamos a tarde bebendo e falando, é claro, das mulheres. Mas naquele dia havia algo de diferente dentro de mim, eu sabia que a minha escolha não havia sido honesta, estava no intimo frustrado comigo mesmo pela falta de coragem em me fantasiar e com isso, sem perceber, passei da minha cota normal de bebida para uma única tarde. Quando dei por mim estava acordando em minha cama (mais tarde soube que meus colegas me carregaram para casa e me deixaram apagado em minha cama), eram quase 22h00, ao lado da minha cama um bilhete dos meus pais dizendo que tinham ido para a praia e só retornariam no domingo à noite, já refeito da bebida tomei um longo banho o que, além de me refazer, trouxe novamente à tona meu problema. Sem pensar muito me vesti rapidamente e parando em frente ao espelho passei a observar o quão ridículo eu estava, tinha a impressão que todos iriam notar que aquilo não era uma fantasia e sim um disfarce da minha falta de coragem, um perfeito covarde e o que era pior, assim não iria arrumar nenhum mulher para aquela noite, mas não havia outro jeito, o negócio era criar coragem e ir assim para festa. Só que a coragem não vinha e para ajuda-la a chegar, fui até a sala e abri uma garrafa de wuiski do meu pai, coloquei um som suave, muito gelo no copo, deixei a sala a meia luz e iniciei minha festa particular. Já na segunda dose o álcool cumpria seu papel, meu corpo ia se tornando mais leve, um delicioso torpor tomava conta, aos poucos, de mim, minha mente tornava-se mais clara, um sentimento de confiança crescia aos poucos no meu interior, como um artista hipnotizado pela inspiração de sua mais perfeita obra, levantei-me e me dirigi ao quarto de minha irmã. Abri seu guarda roupa e passei a admirar seus vestidos, entre eles peguei um vermelho com detalhes em branco que eu tanto gostava de vê-la vestindo, abri uma de suas gavetas e escolhi uma calçinha também vermelha, tipo tanguinha e na porta ao lado escolhi entre suas sandálias uma que tivesse salto, mas baixo. A cada escolha um novo gole, a cada gole uma sensação jamais sentida por mim, sentia minha pele pedir, implorar, pelo contato com aquelas peças, rapidamente tirei minhas roupas e, como num ritual feminino, passei a me vestir novamente. Primeiro a calçinha, lentamente subindo pelas minhas pernas até se encaixar na minha cintura, meu pênis acomodou-se perfeitamente (pela primeira vez na vida me senti feliz por ele ser pequeno), a tira traseira, enfiada em minha bunda, quando andava raspava delicadamente meu cuzinho causando-me deliciosos arrepios, em seguida coloquei o vestido, parecia ter sido feito para mim, ajustou-se perfeitamente ao meu corpo, só que como sou mais alto que minha irmã ele ficou como uma micro saia, deixando minhas pernas totalmente expostas, o que me fez ficar por longos minutos no espelho admirando-as. Porém no conjunto algo não combinava, eram os pelos das minhas pernas, sem muito pensar tirei o vestido e as depilei totalmente. Para completar só faltava a maquiagem, um brilho suave nos olhos, um pouco de pó e um batom cor dos lábios. Perfeita a transformação, o Carlos não mais existia e sim uma nova pessoa, porque não dizer, uma nova mulher, radiante, feliz e confiante fui para festa. Nem preciso dizer, fui o alvo das atenções por longo tempo, os homens com suas famosas gozações e as mulheres com seus sutis elogios, assim fui deixando rolar e me sentindo cada vez melhor, mais feliz, o que me fazia beber cada vez mais. Por volta das três horas da manhã, não sei se pelo efeito do álcool exagerado do dia ou se pela falta de perspectivas da festa, o tédio começou a se abater sobre mim, uma vontade irresistível de sair dali ia se apoderando de mim quando uma das meninas da minha sala, ao nos encontrarmos no bar da festa, me apresentou um primo seu do interior que estava passando uns dias em sua casa. Fernando era seu nome, deveria ter uns 30 anos de idade, sua fantasia de índio deixava todo seu peito, perfeitamente malhado em academia, totalmente exposto, liso e com uma pele suave e macia como uma bundinha de bebe, seu sorriso era doce e meigo, seus olhos azuis pareciam enxergar-me por dentro, ao nos cumprimentarmos o toque em sua mão causou-me um calafrio que começou nas minhas pernas indo terminar em minha cabeça, foi como se numa fração de segundos eu e ele fossemos transportados para outro lugar, bem longe dali, pois não consegui mais ouvir a música irritante que tocava a instantes atrás e nem perceber a presença de outras pessoas ao nosso redor, mas quando dei por mim, de volta à realidade, percebi que ainda segurava sua mão, o que me fez tirar a minha rapidamente, o que com certeza ele percebeu mas educadamente não deu mostras disto. Fernando, vendo meu copo já vazio, gentilmente pediu mais uma dose para mim e outra para ele e dirigindo-se à sua prima, educadamente a dispensou, dizendo:

Entrar para continuar lendo

Conteúdo completo disponível após login (18+).