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O Engano
by: rela700945
Desde que comecei a me formar como mocinha, senti que era diferente de minhas coleguinhas. Assim como elas, eu também tinha um fogo enorme com os meninos, gostava de fazer brincadeiras mais ousadas com eles. Todavia, também percebia que gostava do toque de minhas amiguinhas, o que me cuasava uma sensação nas minhas entranhas, aquilo que hoje eu sei que se chama tesão. Com 16 anos, na medida em que o sexo deixava de ser um mistério para mim, eu tinha convicção de que havia alguma coisa de diferente comigo, pois, além de gostar de garotos, também sentia atração por algumas garotas. Mas minha tendência bissexual só ficou realmente clara há cerca de três anos, num dia em que, no quarto de uma casa onde rolava festinha, uma amiga me agarrou e me tascou um beijo na boca, o que nos levou a sair dali e irmos para o apartamento dela, onde fizemos loucuras uma com a outra. Esse lance entre a gente rolou mais algum tempo, mas acabou. Hoje sou casada, muito bem casada por sinal, mas minha atração pelo mesmo sexo é evidente e meu marido sabe disso, pois nunca escondi nada dele. Minha vida ia assim, mas sexualmente eu não estava completa, por mais que meu maridão me satisfizesse. Na verdade, eu me pegara inúmeras vezes fantasiando estar na cama com outras mulheres. E nestes momentos minha excitação chegava ao auge. Eu vivia assim, com muitas dúvidas sobre minha sexualidade, quando um fato mudou tudo. Aproveitando que meu marido estava viajando a trabalho, fui a uma festa, a convite de uma amiga, e lá conheci uma pessoa que iria fazer dar um verdadeiro nó na minha cabeça. Estava conversando com essa amiga junto da piscina da bela casa, quando vi, sentada no bar, uma linda loura. Linda, não. Na verdade, ela era deslumbrante. Tinha 1,80 de altura, seios estonteantes transbordando de um decote supergeneroso e longas pernas, incrivelmente bem torneadas e que ficavam completamente à vista, escapando pelas aberturas laterais do longo que ela vestia e que começavam na cintura. Perdi tempo, admirando-a e fiquei fascinada quando ela se virou e eu pude ver seu rosto maravilhosamente sensual, com grandes olhos azuis e um sorriso devastador. Aquela mulher mexeu comigo e, corajosamente, decidi que não sairia da festa sem me aproximar dela. E fiquei esperando a oportunidade. Antes de chegar a este ponto, devo fizer que, sem falsa modéstia, sou também uma mulher que faz qualquer homem torcer o pescoço para me admirar. Tenho 1,70, sou morena bem clara, com longos cabelos negros até a cintura. Tenho cintura fina e quadris largos e arredondados. Minha bunda arrebitada e minhas pernas bem torneadas completam uma figura que causa inveja a muitas das minhas amigas. Tenho olhos castanhos escuros e uma boca bem sensual, como diz meu marido. Dito isso, voltemos à festa. Eu não tirava os olhos da loura e até procurei um lugar mais próximo dela, para poder observa-la melhor. E ela percebeu meus olhares insistentes, passando a correspondê-los. Logo eu percebi que meu desejo ia ser realizado e logo eu estaria em contato com ela. Para facilitar, levantei-me e isolei-me num canto do jardim que circulava a piscina e vi quando ela levantou-se e caminhou em minha direção. Ela se aproximou, olhando-me nos olhos e, quando me cumprimentou, sua voz me envolveu suavemente, como um veludo. Cheguei a sentir um estremecimento. Respondi ao cumprimento, perturbada e mais perturbada fiquei quando ela encostou seu rosto ao meu para me cumprimentar com um beijo na face. Ficamos um momento mudas, mas logo ela quebrou o gelo, puxando conversa sobre a festa, sobre o tempo, sobre a beleza das pessoas na festa, estas banalidades que se fala nestas ocasiões. Conversamos por uns 15 minutos, até que ela olhou-me fixamente e me elogiou: