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Chefe Tarado,Esposa Deslumbrada, e Marido Banana
by: astrogildo cabe
Silvinho trabalhava em uma concessionária de veículos e estava prestes a realizar uma grande venda, a maior chance de sua vida. Foi o escolhido para apresentar e vender a um grupo japonês uma frota de peruas. Seria um grande negócio, visto que ganharia uma gorda comissão, além de ter finalmente a oportunidade de ser promovido a gerente de vendas ou supervisor. Mas tudo dependeria de seu chefe, conhecido como Tonhão, dar o aval para que isso ocorresse. Tonhão era um negro enorme que intimidava pelo tamanho e barba espessa, e um olhar fulminante quando algo não saia do jeito que queria. Mas também um cara justo e que conversava bem. Quanto a Silvinho, já era hora. Já trabalhava no local a quase 3 anos e já queria evoluir. Ainda morava de aluguel com sua esposa, Helena, em um bairro distante. Helena o encorajava na noite anterior a enfrentar com tranqüilidade a talvez maior venda coletiva da concessionária. Pra isso, deu a ele uma grande noite de amor. Helena era uma professora primária, muito querida pelos alunos por seu temperamento calmo e delicado. Meiga, passava toda moral pra seu marido e estava confiante nele. No dia da venda, Silvinho estava um “caco”. Suava bicas. Quando os japoneses chegaram, ele engoliu a seco e foi pra sua via crucis. Seu desempenho foi fenomenal. Fecharam negócio e fizeram uma grande festa pro aliviado Silvinho. Ele procurou Tonhão, que disse que precisava ainda ter uma reunião com seus superiores pra definir o futuro dele, mas que tivesse paciência, pois tinha conseguido um grande feito. Pediu pra que o chefe explicasse o que poderia haver. Tonhão lhe informou que teria que explicar com tempo o que de fato poderia acontecer com ele. Ele então propôs ao chefe um jantar em sua casa, pois sua Helena estava de férias e poderia fazer um grande jantar, pois o assunto também interessava a ela. Tonhão aceitou e no fim do expediente deu carona a Silvinho pra que pudessem conversar em família sobre a vida profissional de Silvinho dali pra frente. Ao chegar na casa de Silvinho, Tonhão não acreditou quando viu Helena: uma morenaça espetacular, com seus 29 anos, um pouco baixa, mais um corpão daqueles. Seios grandes, pernas grossas, bunda volumosa. “Como um cara desses é casado com essa beldade?” pensou Tonhão. O negão passou a acompanhar Helena com os olhos, e sentiu um tesão louco por ela. “Essa mulher é gostosa demais, puta que pariu!” Silvinho conversava com Tonhão, que tinha a mente apenas para os glúteos e corpo da esposa de seu subordinado. Aquela mulher desvirtuou totalmente o raciocínio de Tonhão que só pensava como seria louco comer aquela mulher ali! “eu poderia morrer assassinado aqui, mas foder gostoso com essa delicia valeria a morte!” Depois do jantar, Tonhão passou a conversar com Silvinho, até que Helena se sentou ao lado do marido. Pronto. Tonhão passou a ficar nervoso doido pra olhar as pernas da criatura que parecia querer mesmo provocar. Estava com um vestido justo e salto alto. Queria impressionar o tal chefe, mas com o intuito de querer passar uma imagem de conexão com o marido, com o futuro, com a sensação de que estando bem ali, tudo converteria positivamente pra um futuro melhor, e não vestida para seduzir o chefe de seu marido, lógico. Afinal, Helena era meiga demais pra agir dissimuladamente assim na frente de Silvinho. No entanto, Silvinho queria saber como seria sua vida profissional dali pra frente, e não observava nada de estranho naquele ambiente. Helena percebia que o Tonhão estava ficando com os olhos arregalados e boca entreaberta demais, tentando baixar a cabeça, mas sem sucesso, só tinha olhos pra Helena. Percebendo que aquilo tudo podia “dar merda”, a mulher pensou “esse Tonhão não para de me olhar. Melhor eu me retirar e deixar os dois conversando, antes que esse sujeito enlouqueça de vez!” Quando Helena ia se levantar e balbuciar que estava cansada e iria se recolher, eis que falta luz. A casa fica totalmente às escuras, e Silvinho pede calma enquanto vai pegar uma lanterna. Na rua, a meninada gritava na escuridão da noite, e um carro de som alto apareceu pra “festejar” a falta de luz, pois em bairro periférico é assim, tudo vira motivo pra zoação. O telefone toca e Helena atende. Era a mãe dela. As duas começam a conversar quando de repente Helena viu uma luz a sua frente. “ah, mãe, apareceu um feixe de luz parece que...” e fica muda. A sua frente, a luz forte do celular de Tonhão iluminava seu imenso caralho que estava duríssimo. Helena não acreditava que aquele visitante estava na frente dela iluminando uma pica enorme. O desgraçado estava aproveitando a situação pra cometer esse ato de desatino total, não tinha outro nome essa atitude. Nervosa, Helena se despede da mãe aos gaguejos, enquanto Tonhão senta ao lado dela e a agarra.