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Uma visita inesperada

by: julia contti

Esta semana meu marido viajou, estava eu, em minha casa, sozinha, totalmente relaxada, divagando em meus pensamentos, quando de repente sou chamada pela minha empregada, me avisando que tinha alguém lá fora à minha procura. Perguntei quem era ela não soube informar, disse apenas que era uma moça que se dizia minha amiga e, precisava muito falar comigo. Levantei-me vagarosamente falando pra ela que iria atendê-la. Andei vagarosamente até o terraço da frente de entrada da casa e, lá, estava ela, Lorena, uma grande amiga de faculdade que não a via a bastante tempo. A cumprimentei carinhosamente e pedi, por favor, que ela entrasse e se acomodasse, senti que ela estava um pouco tensa e ansiosa, não sabia o porquê daquele estado de espírito conflitante, tentei discretamente fazer ela relaxar. Entramos em casa e nos dirigimos para a sala de visitas, pedi que ela se acomodasse no sofá, ela sentou-se vagarosamente observando os meus movimentos, logo depois me sentei numa poltrona lateral a dela, pedi licença para servir algo para ela beber, ela aceitou um suco de morangos que lhe foi servido. Começamos a conversar, comentamos sobre vários assuntos do passado e presente, fui sentido que ela estava se relaxando. Falei que ela estava muito mais bonita e atraente, mais do que era, na época em que estudávamos juntas, ela agradeceu os elogios retribuindo eles no mesmo ton, trocamos amabilidades e risos. Falei que era um prazer enorme reencontrá-la e que a visita dela tinha sido muito oportuna, pois meu marido encontrava-se viajando e, que receber uma visita como a dela era sempre ótimo. Perguntei pela família, senti que ela esboçou um ar preocupação, me respondendo logo em seguida que estavam todos bem, mas que tinha um assunto muito melindroso pra falar comigo. E me perguntou: Júlinha! -“Você lembra-se do meu irmão Eduardo! – Respondi que sim e perguntei sem rodeios, por quê? - Houve alguma coisa séria com ele? – Ela respondeu não, mas, é exatamente sobre ele que preciso conversar com você. Eu e você sempre fomos grandes amigas, muito próximas, cúmplices e confidentes, pôr isso me lembrei de você e decidi te procurar pra te ouvir. Ai ela falou: -De início eu fiquei um pouco em dúvida se isso seria certo ou não, te procurar depois de tanto tempo para tratar de um assunto tão melindroso e íntimo, mas a nossa amizade falou mais alto, criei coragem e vim, não sabia de que maneira seria recebida por você nem se seria conveniente tratar com você de um assunto tão íntimo e sigiloso, depois de tanto tempo sem nos ver-mos. Mas depois que refletir bastante, resolvi enfrentar a dúvida, até chegar aqui não foi fácil, mas, depois que consegui chegar aqui e lhe ver, me relaxei completamente, estou bem à vontade, com o mesmo sentimento de antes: -Amigas íntimas como sempre fomos. Quem estava agora totalmente ansiosa com tudo aquilo que ela falava, era eu, queria saber logo o que havia de tão sério e sigiloso com o Dudinha (nome carinhoso do irmão dela, usado pelos amigos). – Falei: - Lorena! Fala logo! Você está me deixando preocupada...., Ela disse não saber como começar o assunto e que eu a desculpasse, mas que iria ser bem direta. E começou a comentar comigo que tinha visto o Dudinha usando as calcinhas e a camisolinha dela e se masturbando em frente do espelho, disse que isso tinha deixado ela muito preocupada com a possibilidade de Dudinha ser Gay. Eu disse: - Tenha calma, não se precipite, isso pode ser uma fase de adolescente, como é que você viu ele vestido dessa forma? – Ela respondeu: - Senti algumas roupas íntimas minhas desaparecerem, como lá em casa, além de minha mãe e meu pai, só existe eu e ele, logo comecei a imaginar que só poderia ser o Dudinha. Comecei a observá-lo durante vários dias, imaginando como poderia flagrá-lo, ontem à tarde, vi quando ele entrou no meu quarto e saiu com alguma coisa escondida nas mãos, não vi o que era, mas tinha certeza de ser minhas roupas íntimas. Logo depois fui discretamente e me escondi dentro do quarto dele, sem ele me ver, só pra ver o que ele estava fazendo com as minhas roupinhas. Entrei no quarto dele e fiquei escondida num lugar por trás de um biombo no canto do quarto, onde tem um espelho de canto à canto da parede, sem a mínima possibilidade de ser vista, disse a minha mãe que iria na casa de Helena, minha vizinha e, que demoraria um pouco. Lá dentro do quarto dele, ouvi quando ele perguntou a minha mãe que estava lá na sala: -Mainha!.. cadê Lorena!...minha mãe respondeu: -Foi na casa de Helena, vai demorar, quer alguma coisa, ele falou não, vou tomar banho. Logo depois entrou no quarto dele, fechou a porta e colocou um pano na fechadura da porta, eu achei uma atitude estranha, depois ele foi direto para o espelho e ficou se olhando, pegou minhas roupinhas e começou a olhar e cheirar, depois foi tirando a roupa dele, já estava excitado e ficou completamente nu se alisando, tudo isso na frente do espelho. Ele estava totalmente excitado, apesar de ter apenas 14 anos, daquele jeito que estava aparentava ser mais velho, um pau enorme e grosso, nunca imaginei, estava muito duro e melado, ele estava gostando muito, depois se virou de costas para o espelho e empinou aquela   bundinha bem arrebitada e começou a vestir minha calcinha de rendas preta e desfilar se olhando em frente do espelho, colocou também minha meia calça preta, depois vestiu minha camisolinha de lingerie branca, bem curtinha, ficando totalmente à vontade, eu não conseguia despregar os olhos de tudo aquilo que via. Meu irmão vestidinho com a camisolinha que eu mais adoro, feito uma mulherzinha excitada, desejando ser tarada por um macho. Ele continuou aquele desfile erótico, depois parou um pouco de desfilar,

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