Conteúdo do Labyrinx
Dormindo com papai.
by: asangelrj6
Meu nome é Gisele, e este conto é o primeiro onde descrevo como fui me transformando na mulherzinha do meu pai. Não tinha muitas lembranças da minha mãe, mas tinha muitas do meu paizinho quando ele diariamente me acordava, me levava pro banheiro pra me dar banho, no quarto me ajudava a me vestir e depois de um lanche me levar e deixar no colégio. Somente quando eu saía do colégio é que eu pegava uma Van colegial que me deixava na casa dos meus avós... A tarde, meu pai me pegava na casa dos meus avós pra começarmos novamente aquela mesma rotina: dormir, acordar, tomar banho, me vestir, lanchar e colégio. Com o tempo, com uma empregada, passei a não mais precisar ficar na casa dos meus avós. Das últimas vezes que me lembro do meu pai me dando banho, eu já começava a ter peitinhos e gostava de sentir suas mãos tocando no meu corpo; principalmente quando ele lavava minha pombinha... Mas nunca percebi nenhuma maldade da parte dele. Quando ele começou a aparecer com namoradas em casa e eu já sabendo que eles transavam trancados no quarto, passei a ter um ciúme exagerado a ponto de fazer barulho e até bater na porta do quarto dando desculpa de que não estava passando bem: dor de barriga; dor de cabeça e até a desculpa que estar com medo por ter tido algum pesadelo. Só sei que pelo menos com umas três namoradas do meu pai eu tive sérias discussões a ponto de fazer com que eles brigassem. Quando passei pra faculdade, pra comemorarmos, juntamos uma galera (umas doze pessoas) e fizemos uma festinha num sábado a tarde bem liberal... Era minha primeira vez em contato com bebidas alcoólicas: tinha prometido ao meu pai que não ia beber. Mas depois de alguns copos de cerveja eu já estava dançando sobre as mesas, beijando muito os rapazes e deixando passarem a mão pelo meu corpo... Outras meninas faziam o mesmo que eu, e até pior. Não cheguei perder a razão nem por um instante, só sei que outras meninas arrancaram minha calcinha (que depois sumiu) a força e ainda me fizeram ficar dançando sobre a mesa com o vestido todo levantado a ponto de alguns rapazes tirarem o pau pra fora e ficarem se masturbando. Pra minha sorte, sem imaginar que aquilo podia acabar num bacanal, tinha marcado até hora pro meu pai me buscar na festa (escutei a buzina do carro)... Escapei por pouco de não entrar numa suruba que fiquei sabendo que aconteceu logo depois. Entrei no carro tentando fazer com que meu vestido não me denunciasse que eu estava sem calcinha; ao lhe dar um beijo.