LABYRINX

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Papai dava conta de nós duas.

by: asangelrj6

Hoje sou uma mulher casada apenas a um ano, e vivo muito bem com meu marido. Mas houve uma época da minha vida que me faz lembrar e sentir saudades de fazer sexo como se fosse uma cadela no cio. Meus pais são dentistas e proprietários de uma clínica odontológica onde trabalham com vários outros dentistas. Eles, além de se revezarem na direção da clínica procuravam estar sempre por dentro de novidades na área participando de congressos e feiras. Até que tínhamos uma vida de classe média-alta bastante tranquila; só que, em casa, eu tinha que dividir um quarto com minha irmã Sheila (18 anos) que era mais velha do que eu mais ou menos dois anos. Eu e Sheila até que convivíamos muito bem juntas, apesar de não ficar contando nossos problemas uma pra outra, principalmente os amorosos. Minha mãe tinha viajado pra São Paulo fazer algumas compras pra clínica, quando já bem tarde da noite, eu na minha cama percebi minha irmã levantando da sua cama muito estranhamente... Mesmo no escuro, ela fazia tudo em câmera lenta como se quisesse sair sem querer me acordar (devia achar que eu estava dormindo). Eu ia chama-la, mas acabei ficando calada pra logo em seguida também sair sorrateiramente do quarto pra tentar descobrir o que Sheila estaria aprontando. No escuro tentando achar qual o rumo que ela tinha tomado, notei a luz do quarto dos nossos pais acessa pela porta que estava um pouco aberta. Na ponta dos pés fui me aproximando e com a porta aberta quase pela metade pude ver minha irmã e papai sentados na cama se abraçando e se beijando na boca... Foi como se eu estivesse levado uma paulada na cabeça. Respirei fundo e fiquei espiando os dois, vendo papai tirar a calcinha da Sheila e em seguida tirar seu short do pijama deixando seu pinto duro todo de fora. Calculei uns dois palmos de pinto e uma grossura bem avantajada que podia corresponder a grossura do meu punho. Mas foi ver Sheila reclinar e começar a chupar a pica do papai enquanto ele passava a mão na xota dela, que quase soltei um palavrão. Um sentimento de revolta foi me possuindo que resolvi voltar pro quarto e não ficar mais vendo aquela putaria. Sheila só retornou pro quarto meia hora depois, da mesma maneira que saiu... Praticamente quase não dormi naquela noite. Passava das 9 horas da manhã quando Sheila entrou no quarto já toda arrumada pra sair. Resolvi soltar os cachorros em cima dela, chamando-a de puta e falando tudo o que eu tinha visto. Sheila ficou assustada, mas logo veio sentar na minha cama pra me pedir pelo amor de Deus pra não contar nada daquilo pra ninguém.

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