LABYRINX

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Um Cacete... Minha fantasia realizada

by: drawisky

Eu desejava uma coisa mais emocionante. Havia acabado de fazer quatorze anos e desde os treze e ansiava por algo diferente das minhas masturbações, das brincadeiras com meus primos. E a ideia de algo emocionante apareceu escutando a conversa de colegas no colégio. Contava uma que tinha ido de ônibus para casa no horário das seis da tarde. Tinha tido uma experiência horrorosa. No aperto do ônibus, muito cheio, tinha sido esfregada pelos homens que, como ela, iam em pé. Chegara mesmo a sentir os seus pintos contra o seu corpo. Engraçado, o que a garota estava achando ruim eu queria sentir. Queria sentir todo o prazer de um homem me esfregando o seu pinto mesmo que fosse por cima da roupa. Nuca tinha pensado na ideia do ônibus, mas que era boa era... Comecei a arquitetar meu plano. Eu teria que driblar as pessoas que iam me buscar no colégio. Em casa disse que não se importassem comigo, pois iria com uma colega que pertencia ao meu grupo de estudos até sua casa e depois a mesma me traria para casa. Na saída do colégio disse as minhas amigas que os meus pais estavam atrasados para me pegar e que iria esperá-los. Depois de todos irem embora. Quando fiquei sozinha, corri para o ponto de ônibus. Seria uma viaje curta, mas daria para eu sentir as emoções que queria. Calculadamente eu tinha ido de longuinho aquele dia. No banheiro, antes de sair do colégio, tirei a calcinha e coloquei-a na bolsa. Eu somente tinha em cima do corpo o meu longuinho. Só de pensar me molhava. O ônibus chegou e eu, empurrada por uma multidão aflita e desorganizada, entrei naquilo que chamavam de ônibus. Era assim que sardinha se sentia dentro da lata. Logo que aquela massa de gente se acomodou eu senti, colado em mim, o corpo de um homem. Excitei-me toda. Disfarçadamente dei uma empinadinha deixando minha bundinha mais em evidência. Parecia que o homem que estava agora, sem disfarce nenhum, relando em mim tinha entendido rapidamente. Sentia o seu pinto agora totalmente duro de encontro ao meu reguinho. Que bom, que gostoso. O meu liquido escorria pelas pernas indo até os pés escondido pelo longuinho. Com uma mão eu segurava no corrimão para não cair e com a outra abraçava meus livros. Fingia não estar sentindo o homem se aproveitar da situação para relar em mim. Ao sabor do balanço do ônibus ele esmagava seu pinto em minha bundinha fazendo que ele passasse de um lado para outro tentando se encaixar no meu reguinho. Eu saboreava aquilo. Em dados momentos minhas pernas amoleciam sob o prazer que estava sentindo. Era demais! O ônibus parou em um ponto e o meu “aproveitador e seu delicioso pinto” desceram. Reparei-o pelas costas. Diferente da maioria dos passageiros vestia terno e estava muito bem arrumado. Ao chegar à porta deu uma leve paradinha e olhou-me. Nessa hora eu senti um pouco de medo. E se ele fosse um tarado sexual e passasse a me perseguir? Era um belo homem dos seus quarenta e poucos anos. Não sou muito boa para avaliar idades, mas ele teria sim uns trinta anos mais que eu. O ônibus seguiu seu caminho e logo depois o meu ponto apareceu. Ficava apenas duas quadras de casa. Entrei em casa correndo e fui direto para o banheiro. Arranquei o longuinho dando logo início a satisfazer minha bocetinha que pulsava pedindo sexo. Gozar foi uma coisa rápida. Também do tanto que estava excitada. Entrei debaixo do chuveiro e tomando banho me masturbei outra vez. Passei o dia pensando naquele homem e no que ele sentiu e teria feito depois para se satisfazer pensando em mim. Moro perto de uma grande avenida de grande movimento. No dia seguinte, à tarde, precisando de um material para terminar um trabalho fui, a pé, até uma papelaria que existia logo no encontro de minha rua com a avenida. Fiz as compras e na volta ainda na avenida, alguém me chamou pedindo a minha atenção.

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