LABYRINX

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O Vestidinho Branco

by: julia contti

Analisando por quais motivos as pessoas participam e interagem com um site de contos eróticos, seja: “como leitor, escritor e, outros” , conclui que esses   questionamentos geram incertezas e dúvidas em muitas pessoas, independente de   sexo, estado civil, condição social e, mais....Ele funciona pra mim como um instrumento necessário, capaz de liberar minhas tensões sexuais, resultante de meus desejos ocultos. Nosso universo é diversificado, com pessoas geneticamente diferentes. Essa realidade é comprovada no dia-a-dia,   na observação das diversidades, tendências e preferências sexuais. Por isso é importante respeitar e aceitar nossos desejos, eles nos invadem sem pedir licença e, se impõem. Estou abordando esse assunto por uma única razão: “Sou nova, bonita, sensual, corpo bem feito, inteligente, culta, bem casada e, de bom nível social” , ( e, nada disso impede que eu seja invadida por um desejo sexual incontrolável). Esse incontido desejo brota, em saber o poder que temos como mulher: - Em deixar o homem que quiser, babando de tesão, chegando ao ponto de se masturbar nos desejando. Isso sou eu, não adianta querer fugir, nem me esconder! Como poderia fugir de mim mesma? . Por isso procuro dividir anonimamente minhas confissões. Minha vida cotidiana prende-se a ir para faculdade, academia de ginástica, shopping, e, caminhar sempre nas áreas do condomínio onde moro e, gosto de usar roupas leves e justas que permitam me mostrar. Ultimamente recebi alguns telefonemas anônimos, no número da minha casa, não uso telefone celular para não ser monitorada pelo meu marido. Dentre as ligações que recebi, uma delas me despertou atenção pela insistência com que se repetia , eram sempre em horários em que meu marido não estava em casa. Esse fato despertou minha curiosidade: - “Identificar quem poderia ser esse homem anônimo”, que conhece os horários habituais do meu marido.. Todas as outras ligações haviam, cessado, menos essa que continuava a tocar insistentemente. Resolvi identificar quem poderia ser esse desconhecido, comecei então a observar atentamente o comportamento de todos os homens que participam do mesmo ambiente que freqüento, ou seja, da faculdade, da academia de ginástica, do condomínio e, os de numa praça grande e arborizada perto aqui do condomínio. Geralmente à tardinha quando o sol começa baixar, os rapazes aqui do condomínio, se aglomeram pra conversar num local reservado perto da quadra de tênis, lá estão três bancos de madeira escondidos entre os arbustos por onde passa a pista de Cooper e, logo adiante duas barras de alongamentos, onde sempre me exercito. Analisando vários aspectos do local, cheguei a conclusão que aquele seria o lugar ideal para dar início às minhas investigações. Ele dispunha na minha visão, de todo requisito sigiloso que o caso exigia: “ um local onde você pudesse observar sem ser visto”... - Diante desse cenário apropriado, comecei minha linha investigatória.   – Naquele local, os rapazes costumavam se esconder, para ficarem olhando as moças do condomínio se alongando, e se masturbarem sem serem vistos. Eu gosto de sentir os homens me tarando, por isso já conhecia bem o local, sempre me exibi findo não vê-los. Acreditava que aquela ligação insistente pudesse está vindo de algum daqueles rapazes e, precisava descobrir! - Então decidi fazer uma caminhada naquela tarde: - Me preparei toda, adequadamente para àquele momento, atenta à meu objetivo, que era : - (Descobrir se aquela ligação vinha de algum daqueles rapazes), - Coloquei pensada mente: Uma meia calça, transparente cor da pele, bem ligada ao corpo, ‘chegando a penetrar minhas entranhas’, coloquei uma calcinha de lycra branquinha, com rendas, bem enrabadinha, deixando minhas coxas e bum bum, bem convidativos. Depois, fiquei na ponta dos pés, de costas para o espelho, para observar e sentir detalhadamente se, àquele visual era potente o suficiente para me ajudar naquela investigação, que era: ( Descobrir quem era àquele anônimo do telefone). Fiquei muito excitada durante o processo de aprovação daquela indumentária: (Nela - vi a possibilidade de identificar àquele anônimo), (Não podia haver falha). Por fim, coloquei um sutiã meia taça, fininho e sem bojo, só pra fazer a marquinha e mostrar os biquinhos .dos peitos, depois coloquei um vestidinho de Jersey, curtinho, fino, preto, bem ligado no busto, mostrando com transparência todas as minhas formas, deixando a sainha do vestido bem soltinha, mostrando minhas pernas.

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