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Brincando com fogo
by: florjasmim
Sou bailarina profissional e desde que me lembro,sempre fui apaixonada pela dança. Leciono três turmas,balé pra meninas pela manhã,à tarde pole dance pra mulheres, e quase a noitinha stret dance. Em uma dessas aulas de pole,me reencontrei com o Hugo,era um ex namoradinho de infância, agora namorado de uma de minhas alunas. Percebi o quanto ele ficava excitado ao me ver dançar,e eu,por pura vaidade feminina fazia questão de ser bem mais provocante quando ele estava presente. Em um dia ele chegou no meio da aula e sentou estrategicamente à centímetros em frente da minha barra pra assistir,tocava uma música de batidas fortes e letra insinuante. Subi ao topo da barra e comecei à provoca-lo, usava um body bem cavado. Rebolei devagar simulando um vai-e-vem,empinei bem o bumbum e de ponta-cabeça de modo que meu rosto ficou quase entre suas pernas,lambi os lábios devagar com a ponta da língua e gemi baixinho,com a boca aberta e os olhos fechados. Ele estava com uma bermuda de tactél e provavelmente sem cueca, deu pra ver o quanto o pau dele tava duro,fazia um volume enorme na bermuda,o que me deixou excitada. Subi novamente esfregando minha buceta na barra,imaginando ser aquele pau grosso do Hugo,já estava bem molhadinha e sei que ele estava louco,se contorcia e fazia caretas,desesperado,com medo que alguém de alguém notar. Desci dessa vez de frente pra Hugo,abri bem as pernas,por causa do body pequeno e apertado,ele viu as laterais da minha bucetinha,o sinal dos pêlinhos recém depilados despontando,a sáliência do meu grelhinho já bem inchado de tesão,e que eu estava molhada pois o fundo do body me denunciava. Percebi que a perna da sua bermuda também estava molhada. Hugo,fechou os olhos,soltou um longo suspiro e saiu do estúdio para o corredor. Pedi licença as meninas,queria ir ao banheiro,precisava me masturbar,estava louca. Na porta do banheiro Hugo me agarrou pelas costas,me envolveu com os dois braços,um em cima dos meus seios outro em minha cintura,esfregava o pau duro no me bumbum com tanta força que chegou a doer. Disse com a respiração ofegante ao meu ouvido: