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CONFIDÊNCIAS: FOI TUDO GRAÇAS AO MEU IRMÃO! (PARTE DOIS)
by: bemamado
Na manhã do dia seguinte, uma triste e cinzenta segunda-feira, eu acordei com vontade de não sair da cama; pensava em ver mamãe e meu pau latejava; e embora a vontade fosse enorme, eu teria que encarar seu Lourenço com aquele seu típico mau humor, algo que não era nada emocionante. Mas, pensei, que, de um modo ou de outro, ver Eleonora logo pela manhã valia muito a pena!