LABYRINX

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Descobrindo o Prazer

by: julia contti

Acho essa época do ano contagiante, as pessoas tiram férias, fazem viagens e, as famílias se visitam. Tudo isso é muito fascinante e nos faz viver esse momento com mais intensidade e liberalidade, acredito que seja pela mudança de hábitos que nos renova. No meu condomínio, por exemplo, há um fluxo de pessoas diferentes das habituais, tudo foge do padrão cotidiano de normalidade e, monotonia, isso, me fascina. Contaminada por esse clima, minha sensibilidade fica a flor-da-pele e minha libido aguçada. Estava sentada bem à vontade no terraço da minha casa, observando e admirando aquele fluxo de pessoas, quando vi um rapaz de aproximadamente 17 anos, sair da casa, que é vizinha à minha, empurrando uma bicicleta para ir passear. Fiquei observando os movimentos dele e imaginando quem poderia ser, acho que ele sentiu que estava sendo observado e voltou o olhar em minha direção. Ele montou na bicicleta e me olhando, saiu a pedalar pela pista de ciclismo que passa em frente a minha casa. Eu estava bem a vontade e continuei a observá-lo, era um garotão bem afeiçoado. Ele começou a passear e, sempre que passava na bicicleta na frente da minha casa me olhava discretamente, eu notei a curiosidade dele e,senti que estava me paquerando, fiquei de pé, eu estava usando um vestidinho bem curtinho e, quando ele se aproximou na bicicleta, fiz que não estava vendo e, de costas me baixei fingindo que iria pegar alguma coisa na mesa de centro, deixando minhas calcinhas aparecer. Observei que ele mudou o ritmo da pedalada e ficou nervoso, mas continuou pedalando. Numa das vezes que ele passou, olhando em minha direção, atravessou um cachorro na frente da bicicleta e, ele não viu, puxou a bicicleta de vez, se desequilibrou e caiu. Sai para socorrê-lo e ver se ele precisava de alguma coisa, ele ficou todo sem jeito. Perguntei se ele tinha se ferido, ele disse que sim e, me mostrou um arranhão no joelho. Eu chamei ele para o terraço da minha casa, sentei ele e, fui buscar éter para limpar o ferimento e, mercúrio cromo para fazer um curativo. Enquanto eu fazia o curativo, senti ele olhando para meus peitos e ficando excitado, deixei ele me olhar, quando terminei o curativo, passei meu cotovelo acidentalmente no colo dele, senti o jeito que ele estava. Pedi que ele relaxasse um pouco, no que ele concordou, começamos a conversar. Perguntei de onde, ele era, ele respondeu que era de Belo Horizonte e tinha vindo passar as férias na casa da tia. Perguntei a idade dele, ele falou que iria completar 18 anos, continuei minha investigação sobre ele, perguntei se ele tinha deixado a namora sozinha em BH, ele respondeu que não tinha namorada porque era muito novo e, não gostava de namorar pirralha. Ele foi relaxando com a nossa conversa e respondendo tudo que eu lhe perguntava. Eu perguntei: - Por então você não arruma uma namorada mais velha? – Ele respondeu que as meninas mais velhas não gostam de pirralhos. Eu perguntei: - Por quê? – Ele respondeu que não sabia. Ai eu falei, quer saber por que elas não gostam? – Ele falou que sim. Eu disse: - Porque as meninas mais velhas gostam de discrição. Ele me perguntou: - Como assim? - Eu respondi: As meninas mais velhas gostam de um namoro mais picante e, tem medo que um namorado, mais novo, fale dela. Ele me perguntou: - Picante como? – Eu respondi: - Você é muito novinho pra saber certas coisas. Ele respondeu, dizendo que era novinho, mas, via muitas coisas nas revistas e sabia como era.   Eu perguntei: - O que você costuma ver nas revistas? – Ele ficou meio sem jeito pra responder e, disse: - Você sabe! Eu falei: - Só posso saber se você me disser. Se você me disser eu vou guardar segredo e, vou lhe ensinar, você quer? – Ele falou que tinha certas curiosidades, mas não tinha a quem perguntar, por isso lia nas revistas. Eu perguntei: - E quando você ver essas coisas nas revistas sente alguma coisa? – Ele respondeu: - Você sabe o que agente sente, eu respondi: - Tudo bem... - Mas quero ouvir pra lhe ensinar como arrumar uma namoradinha mais velha. Senti que ele estava excitado, perguntei se ele já tinha pelinhos, ele sem jeito respondeu que sim, eu perguntei, muito! Ele disse que sim, eu perguntei: - Você gosta de pentelhos? – Ele respondeu que tinha vontade de raspar, eu disse: - Então raspe, que as meninas gostam, fica mais gostoso. Ele disse que não tinha barbeador, por isso, ainda não tinha raspado, eu perguntei: - Você quer que eu raspe, pra você? – Eu uso o barbeador do meu marido e deixo bem lisinho, agora isso tem que ficar em segredo.

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