LABYRINX

🔞 Conteúdo adulto — 18+

Conteúdo do Labyrinx

Meu professor me ensinou muito mais do que eu quer

by: drawisky

Estávamos naquela idade em que as meninas somente falam em... meninos. O nosso grupo de meninas parecia até um grupo de taradas. Conversávamos sobre a beleza deles, do vestuário, do corpo, mas nunca sobre sexo. Era o começo da atração pelo sexo oposto. Imaginava se um dia conversaríamos abertamente sobre aquilo que pensávamos e não dizíamos, ou se continuaríamos fingindo que os meninos não tinham sexo. Mesmo as que tinham irmãos não falavam de seus sexos. Aliás, não falávamos nem dos nossos próprios sexos. Tínhamos vergonha ou coisa parecida. Mas que eu tinha uma curiosidade tremenda, lá isto tinha. Já havia visto meu irmão, desde pequeno, peladinho. Mais velho que eu, agora mocinho, mas não tínhamos vergonha de ficarmos nus um diante do outro. Quando estávamos com pressa até tomávamos banho juntos. Mas a minha curiosidade começou num dia em que entrei de repente no quarto de meu irmão. Ele estava se preparando para sair, mas ainda estava nu. O seu sexo me chamou a atenção. Acostumada sempre a vê-lo balançando, molinho, agora eu o via duro, levantado e apontando para frente. Meu irmão se assustou comigo e virou-se imediatamente ficando de costa para mim e continuou a colocar a roupa como se nada tivesse acontecido. Era a primeira vez que eu via nele a vergonha de eu vê-lo nu. Não dei a atenção merecida ao caso e também corri para acabar de me aprontar. Certa manhã eu acordei estranha. Uma sensação estranha sentia na minha xoxota. Passei a mão e a vontade que tive foi de ficar passando. Era como uma cócega, mas que eu queria continuar sentindo. Era um grande desejo. Aquilo era realmente uma tentação. Era domingo e eu não precisava levantar cedo. Então fiquei na cama tocando e esfregando a minha xoxota. Cada vez mais sentia o gostoso da coisa. No meio destas sensações eu notei que minha xoxota estava maior, mais macia, mais gorda. Mas mesmo isto, que seria uma preocupação, não me fez parar de tocar e esfregar. Eu não conseguia pensar. De repente, lá dentro de minha xoxota, eu comecei a sentir umas contrações que, mesmo me assustando, eram muito agradáveis. Continuei tocando e esfregando até que senti o meu corpo entrar num relaxamento gostoso e voltei a dormir. Acordei na hora do almoço, assustada e sentindo vergonha, pois estava toda molhada e achei que tinha feito xixi na cama. Fui para o banheiro, tomei banho e lavei a calcinha me certificando que aquilo não era xixi. Eu tinha uma prima, que morava do outro lado da rua, mais velha que eu e que era muito minha amiga. Ela até já tinha namorado. Fui até ela, e com muita curiosidade vencendo a minha vergonha, contei o acontecido. Numa tarde de domingo eu fiquei sabendo tudo -ou quase tudo- sobre sexo. Contou-me até que dentro de pouco tempo sairia um sanguezinho de minha xoxota, mas que não era para eu me preocupar, pois seria a minha menstruação. Menstruação eu já sabia o que era, somente não tinha tido a minha primeira ainda. Agora, doutorada em sexo, fui calma e feliz para casa. Eu não estava bem em química, realmente eu não estava nada bem. Se continuasse assim não conseguiria passar de ano. Minha mãe ficou sabendo de uma amiga que tinha contratado um professor particular para a sua filha e que era muito bom. Foi atrás dele e o contratou também. Quando me contou que teria aulas de reforço em casa por um professor que contratara fiquei meio perturbada. Uma pessoa estranha... não sou muito chegada a pessoas estranhas, principalmente a professores particulares. Geralmente senhores e senhoras mais velhas que meus pais... Chegou o dia da primeira aula. Tocaram a campainha e eu fui atender. Era um rapaz. Perguntei o que queria e ele foi dizendo:

Entrar para continuar lendo

Conteúdo completo disponível após login (18+).