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Traí com o caseiro...
by: grasselli
Meu marido havia comprado uma sítio, e acabou herdando alguns funcionários. Um caseiro, Chico, um mulato alto e bem forte e dois peões, José um negro alto e magro, e Carlos moreno claro, baixinho e barrigudo e uma empregada, dona Maria uma senhora casada mais de idade. Foi nesse cenário que descobri a puta que tinha em mim. Em um feriado prolongado viajamos para lá para descansar, meu marido, eu e minhas filhas. Na manhã de domingo levantei cedo e sai para dar uma volta, pedi que um dos peões preparasse um cavalo. Chegando perto de um riacho desci do animal, fui caminhando pela margem do rio, quando ouvi um relinchar meio estranho de uma égua e alguns gemidos e urros. Achei muito estranho, embrenhei no meio da mata e levei um susto tão grande que quase cai de costas... fiquei em estado de choque. Chico, o caseiro em cima de um cupim comendo a égua. Refeita do susto, recuei e abaixei no meio do mato para não ser descoberta. Estava de boca aberta, até com falta de ar, vendo aquela trepada bizarra. Chico segurava na anca do animal e metia sem dó. Ele urrava, falava que a égua era sua puta e outras obscenidades. De repente começou a chamá-la por meu nome. Me chamou de gostosa, de vadia, que tava doido para me foder, que ia me deixar larga, que ia arrombar meu cu... ser sua puta. Aquilo me deixou indiguinada, pensei em ir direto ao meu marido lhe contar, hesitei por um momento quando vi que o caseiro acelerou as investidas sobre o animal... percebi que ele estava gozando. Grudou seu corpo junto ao da égua. Deu um grito que se podia ouvir a distância. Depois, se soltou do animal. Na posição que ele estava, minha visão era dele quase de costas, desceu do cupim e foi se virando de frente. Foi quando levei um susto maior ainda. Não podia acreditar que existisse um homem com um Pau daqueles. Da distancia que estava, não dava para descrevê-lo direito, era descomunal. Fiquei quieta para que ele não me visse. Ele entrou no rio e se lavou. Vendo seu Pau em estado flácido, era enorme. Vestiu a roupa, montou na sua égua que também parecia saciada com a transa e foi-se. Quando vi que ele tinha sumido de vista, sai do mato e sentei numa pedra. Senti minha boceta toda melada. Não conseguia entender minha reação. Estava excitada com aquela cena bizarra, com o Pauzão dele. A imagem do Pau dele não saia da minha mente... entendi o porque de ele transar com éguas. Para aguentar um jumento daquele, só mesmo uma égua! Voltei para o sítio, não falei nada para ninguém. Aquilo ficou remoendo minha cabeça o dia todo. No dia seguinte, de manhã estava agitada, alguma coisa me mandava ir de novo para o riacho ver se o caseiro estaria lá com sua amante animal. A vontade de rever aquela cena bizarra, um Pauzão, mexeu com minha cabeça. Fui... chegando no local, caminhei para o mesmo lugar, só que o caseiro não estava. Fiquei me questionando, o que eu estava fazendo! Fiquei esperando uns 5 minutos, estava em pé atrás de uns galhos, quando senti um corpo encostar atrás do meu... levei um susto enorme. Era o caseiro, fiquei branca como folha de papel. Perdi a voz.