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Empregada Morena Gostosa
by: rela821946
Veio trabalhar em minha casa uma menina para cuidar de nossos filhos. Morena, cabelos compridos, de apenas 16 anos. Ela é do interior, e ficou para morar conosco. Mas ela não se cuidava muito bem. Estudava à noite, e como trabalho o dia todo, saio muito cedo e volto apenas à noite, encontrava com ela poucas vezes. O tempo foi passando, as crianças crescendo, e ela também foi encorpando. Começou a se interessar em se cuidar, até usou aparelho nos dentes. Terminou os estudos, fez curso para auxiliar de enfermagem, e de vez em quando, ouvia ela conversando com minha esposa, que a orientava para se cuidar, usar camisinha e não engravidar, pois já estava namorando. Comecei a notar algo diferente nela, algumas risadas, olhadas e até piadinhas comigo. Quando estava em casa de final de semana, ela se vestia normalmente. Mas quando às vezes passava em casa, no horário do trabalho, que não tinha ninguém, ela usava shorts bem curtinho ou saia curta e camisa sem sutiã. Numa dessas vezes que passei em casa, notei como ela tinha se tornado uma tremenda gostosa, com peitões grandes, e coxas bem roliças. Já tinha 21 aninhos.. De vez em quando pensava nela pelada, mas logo parava, pois ela foi praticamente criada em minha casa, e eu tinha minha esposa e filhos. Uma vez, com a reforma do quarto das crianças, elas foram dormir na casa da vó por alguns dias, e a empregada dormia na sala (ela dormia ainda no quarto com as crianças, apto. pequeno, fazer o quê?). Punha o colchão no chão e ali ficava até dia seguinte. Como não tenho TV no quarto, ficava assistindo na sala, enquanto minha esposa já dormia. Numa dessas vezes, a empregada dormiu de camiseta bem grande, e conforme ela se mexia, o lençol ia para os pés, e ia aparecendo suas coxas, até que num momento apareceu toda sua bunda, e eu no sofá, 3 da manhã, com a TV ligada e só de olho na bunda gostosa dela. A calcinha enfiada no rego. E eu de pau duro, fui bater uma punheta no banheiro. No outro dia, ela colocou o colchão bem próximo do sofá onde eu estava, e quando ela fechou os olhos, eu fui colocando meu pé até encostar no dela, e quando um tocou no outro, senti o calor da pele daquela morena. Comecei a alisar meu pé no dela, e ela fingia que estava dormindo, mas deu para perceber sua pele toda arrepiada, principalmente da perna. Fui subindo meu pé até suas coxas, só alisando, e sempre de olho para ver se minha esposa não acordava. Começos a ficar mais quente ainda, e eu de pau duro de novo, fui bater outra punheta, bem gostosa. Várias noites isso aconteceu, e eu cada vez subindo mais com o pé, até que passei por toda a bundinha dela, e ela arrebitava cada vez mais. Nesse dia foram duas punhetas, de tanto tesão. No dia seguinte, passei em casa com a desculpa que precisava pegar alguma coisa, sabia que não tinha ninguém crianças na escola, esposa no trabalho, e a Luisa sozinha. Tinha acabado de tomar banho, estava pronta para sair. Quando me viu, disse que tinha um encontro com uma amiga, mas que não demoraria, voltaria a tempo de por a janta. Nisso o colar que ela estava usando soltou, ela pegou, foi para o quartinho para amarrá-lo, e eu, já com tanto tesão que não agüentava mais, de pau doendo de tão duro, fui atrás. O quartinho era pequeno, tinha uma estante com espelho e só cabia uma pessoa. Fui conversando qualquer besteira, e ela não conseguia amarrar o colar. Falei deixa que te ajudo, ela na hora aceitou, eu cheguei por trás, prensei ela na cômoda e tentei amarrar o colar. Nisso meu pau duro já encostou bem na sua bunda, ela estava de saia, e jogou o cabelo para frente, para eu poder amarrar. Falei que não dava, pois o nó da blusa atrapalhava. Larguei o colar e desamarrei a blusa, pensei que ela fosse segurar, ou então ficar brava, mas para minha surpresa, a blusa se desamarrou, ela estava sem sutiã e apareceram aqueles dois peitões, coisa mais linda, e eu fiquei olhando pelo espelho. Ela como se tivesse levado um susto, pôs as mãos para cobri-los, daí eu virei ela de frente e falei: Deixa eu ver, que coisa mais linda... Ela falou: Não, isso não pode, não é certo... Nem terminou de falar e eu já tinha afastado as duas mãos e estava de boca naquele peitão, tinha um bico coisa mais gostosa, e fui mamando, e ela se contorcendo, passei a mão em suas costas, até apertar sua bundinha. Quanto mais força eu chupava, mais ela gemia. Virei ela de costas, encaixei meu pau por cima da saia, e agarrando nos peitões, ela começou a rebolar, me provocando. Na hora peguei ela pelas mãos, levei para o banheiro, tirei minha roupa, sentei no vaso, com o pau apontado para cima, abaixei a saia dela com calcinha e tudo e puxei ela para sentar no meu colo. Quando ela viu o tamanho do meu pau, ela não queria, mas passei a mão na xota dela e falei: Olha como você está excitada. Ta toda molhada... Vou por bem devagar... Ela abriu as pernas, dei umas pinceladas na entrada da bucetinha, com poucos pelinhos, e foi sentando devagar, e sentia entrar em sua bucetinha cada centímetro... E eu chupava os peitões dela, enquanto ela rebolava... E gemia... E cavalgava como uma puta... E ela segurava os peitões e dizia: Chupa, chupa com vontade... Mete, mete muito... Seu pau está me dividindo ao meio... Delícia... Enquanto ela punha os peitos para que eu chupasse, fui segurando a bundinha dela, até que passei meu dedo pelo cuzinho, ela arrepiou-se inteira, e comecei a forçar um dedo, que teve uma certa resistência para entrar, e ela gemia ainda mais, tentava levantar e eu a segurava pela bunda, meu dedo já estava todo dentro dela, fazia movimentos de entra e sai, ela começou a gostar, daí coloquei mais um, ela começou a gemer mais alto e dizer que ia gozar... Suas pernas começaram a tremer e ela começou a gozar, e eu enfiava os dois dedos no cu dela, enquanto meu pau socava na bucetinha... Ela parecia que ia desfalecer, tremeu toda e se jogou em cima de mim, e eu mais que depressa, tirei meu pau da buceta, mandei ela pegar, mas não quis chupar, começou a me punhetar bem em frente a seus peitos e eu gozei gostoso... Era só porra nos peitões dela... Quando me dei conta, tinha que voltar para o trabalho, já tinha muito tempo que tinha saído. Ela foi se arrumar, e disse que aquilo não deveria ter acontecido, que não era certo. Falei que depois conversaríamos sobre isso e sai.