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Minha vingança foi maligna

by: japs9002

Chamo-me Paulo, sou loiro, tenho 1,80 m de altura, corpo atlético e um dote muito bom: 18 cm. Faço muito sucesso com a mulherada. Eu era um galinha daqueles que não saia duas vezes com a mesma garota. Desde os 15 anos toda semana eram pelo menos duas bocetas diferentes e perdi a conta de quantas comi aos 20 anos. Aos 28 conheci uma garota chamada Kiara, 18 anos, 1,55m, loirinha natural, seios médios, bunda perfeita, aliás tudo era perfeito: rosto e corpo, e com uma inocência que me cativou. Ela era prima de um amigo meu que ao nos apresetar disse para ela ficar longe de mim pois eu era perigoso. Tive muito trabalho para sair com ela até que finalmente fomos ao cinema e depois a um restaurante, e a noite terminou aí, apenas com beijinhos do tipo pré-adolescentes, sem motel, boquete no carro ou sequer uma apalpada nos seios. Insisti num segundo encontro e num terceiro e num quarto até que percebi que estava apaixonado. Abandonei totalmente meus amigos de putaria. Namoramos por dois anos até eu conseguir levá-la ao motel, o mais caro que conheço, e finalmente quebrar seu cabaço. Foi a maior emoção da minha vida, apesar de ter sido apenas papai-mamãe sem direito a boquete ou chupada na boceta, que era coisa de puta, segundo ela. O estranho que nem cheguei a vê-la nua pois só tirou toda roupa sob os lençóis. Pedi sua mão em casamento ainda naquela noite. No ano seguinte, marcamos a data do nosso casamento e eu fiz as reservas de igreja e buffet. Ela tinha uma irmã 10 anos mais velha chamada Carol, também loira, linda e muito mais gostosa, pois tinha com 1,70 m de altura, peitos grandes e curvas perfeitas. Ela era casada com um homem na faixa dos 40 anos, chamado Juvenal. Eu não gostava deles apesar de sentir um puta tesão por ela. Certo dia fui ao quarto de Kiara para pegar um colar. Ao pegar a caixa de jóias, derrubei uma caixinha de música e, sem querer encontrei um compartimento secreto. Ali encontrei 6 camisinhas Jontex. Achei muito estranho pois era sempre eu que levava camisinha nos nossos encontros. Em outra oportunidade, duas semanas depois, verifiquei as camisinhas e encontrei uma dúzia de camisinhas da marca Olla. Minha testa coçou forte mas não tirei satisfação alguma com Kiara, apenas fiquei atento para qualquer outro indício de infidelidade de minha doce, inocente e amada noiva. Logo percebi que ela e Juvenal trocavam olhares estranhos. Num sábado, Carol, Juvenal e seus três filhos estavam na casa de Kiara, que morava com os pais. Estava um barulho insuportável pois sua crianças eram verdadeiros monstrinhos. Carol estava com uma puta enxaqueca que a deixava com cara de cu e resolveu tomar seu coquetel de analgésicos. Seus pais, com pena da filha mais velha, resolveram levar as crianças para o Parque da Mônica no Shopping Eldorado. Eu pretendia passar o sábado com Kiara mas um chamado de emergência do trabalho fez eu correr de lá. No caminho outro telefonema avisou-me que minha presença não era mais necessária. Eu estava voltando para a casa de Kiara quando ela me ligou perguntando se eu ia demorar muito. Menti dizendo que demoraria no mínimo três horas, apesar de já estar na portaria do condomínio em que ela morava. Eu queria fazer uma surpresa, apesar de inconscientemente esperar flagrá-la fodendo com o Juvenal. Como era considerado da família, o porteiro autorizou minha entrada sem me anunciar. Estacionei o carro na frente do vizinho e entrei sorrateiramente na casa. Encontrei Carol deitada na cama de Kiara totalmente apagada. Até tentei acordá-la mas ela apenas resmungou algo. Fui a procura dos dois e achei-os no quarto dos fundos. Pela fresta da porta que estava entreaberta vi Kiara nua, ajoelhada na frente de Juvenal, movendo a cabeça de tal forma que seus lindos cabelos loiros e lisos balançavam para os lados. A desgraçada estava pagando um boquete e pela cara do Juvenal, era um boquete muito bom. Fiquei assistindo para ver o que a piranha fazia. Juvenal sentou-se na cama e pude ver o tamanho de seu cacete. Era o maior pau que tinha visto na vida. Tinha mais de 25 cm e grosso feito uma lata de cerveja. Nesta posição podia ver a dificuldade que Kiara tinha para abocanhar a cabeça. Notei também que ele não usava camisinha. Ela punhetava o cacete com as duas mãos. Juvenal falou que já estava bom e fez Kiara ficar de quatro na cama. Ela, sorridente, pegou duas almofadas grandes e colocou sob o corpo, e escancarou a bunda com as mãos. Vi Juvenal colocar encostar o cacete atrás e forçar. Kiara jogou o corpo para frente para escapar do empalamento.

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