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O CORNO SE DÁ BEM COM OS MEUS AMANTES.
by: asangelrj6
Vou tentar resumir o máximo sobre a minha história, sem deixar de lado o que mais interessa para os que gostam de contos eróticos. Cidade pequena, adorava frequentar a piscina do clube do município e exibir meu corpo em pequenos biquínis. Sabia que causava entre os frequentadores, muita inveja entre as mulheres e muitos desejos entre os homens. Na rua, com trajes colantes no corpo ou saias curtas, também adorava ser contada e vivia passando perto de obras onde os peões falavam palavras e freses das mais cabeludas: - "gostosa" - "boazuda" - "que vontade de comer essa bunda" - bucetuda" - "deixa eu chupar essa buceta carnuda" - "quer chupar meu pau, gostosa!"... etc... Confesso que quando aceitei me casar com o filho do prefeito da cidade, vislumbrava uma vida melhor e fora daquela cidade de interior. É que Eduardo estudou, se formou e trabalhava em uma firma na cidade do Rio de Janeiro como engenheiro eletrônico. Não vou dizer que o amava; mas, procurava ser uma boa esposa. Morando em Copacabana, na Rua Santa Clara, era só sair do prédio e andar uns 150 metros que estávamos na praia. Eu com 23 anos e ele com 28, estávamos com um ano e pouco de casados, quando a firma que Eduardo prestava serviços à Petrobrás o transferiu pra trabalhar embarcado, ficando 15 dias seguidos em alto mar. Não demorou muito pra começarmos a brigar. Estava surtando em ter que ficar 15 dias sozinha em casa. Eu achava que Eduardo tinha condições de arrumar outra firma pra trabalhar, mas ele parecia gostar de trabalhar em plataformas. Cheguei a lhe dizer que preferia voltar pra casa dos meus pais do que ficar naquelas condições. O auge das nossas brigas foi quando eu lhe disse que uns dos meus problemas era também sentir falta de sexo. Eduardo riu na minha cara me aconselhando a comprar um vibrador e usá-lo na sua ausência... Fiquei puta da vida. Minha rotina era correr bem cedo no calçadão, ir à praia na parte da tarde e voltar a correr quando o sol se punha. Minhas idas à praia, vez ou outra encontrava uma jovem de nome Rosa (+- 17 anos) que morava no prédio também indo... Fizemos amizade. Estávamos andando pela areia quando passamos ao lado de uma turma que jogava futevôlei, Rosa parou apontando pra um homem que jogava.