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A PSICÓLOGA E O CAVALO

by: jaime

Durante todo o período em que namorei Aninha, vários meses, ela nunca havia me deixado come-la. Ela era muito gostosa e sempre depois de um encontro eu corria pra casa, tirava meu caralho gigantesco e batia uma super punheta pra me aliviar. Ela já havia sentido o tamanho da minha tora quando eu me encostava nela, mas nunca comentou nada. Depois de alguns meses de namoro, nós nos casamos e era o momento de ela conhecer meu pau de cavalo. Quando ela o viu pela primeira vez, ficou aterrorizada e paralisada de medo. Ela não conseguia colocar o pau na boca, mal conseguia segura-lo com as duas mãozinhas pra masturbar, anal nem pensar. Pra fazer vaginal com ela era muito difícil. Muitas vezes meu pau não entrava, outras entrava mole e ficava duro dentro dela. Eu gozava litros de leite dentro dela, inundava e amassava o seu útero. Ela ficava com a buceta aberta e pingando porra por vários dias. As vezes ela colocava um lenço dobrado na buceta pra parar o vazamento de porra. Ela inventava muitas desculpas pra não transar comigo, dizia que não estava disposta. Mesmo depois de me casar continhuei a tocar muitas punhetas, porque Aninha simplesmente não agüentava o meu caralho gigante. Muitas outras mulheres, antes de eu conhece-la, também tiveram o mesmo problema. Era muito difícil uma mulher agüentar um cacete daqueles e sair sem nenhuma avaria na sua bucetinha. O problema é que agora meu casamento estava perto de acabar por causa do meu pau. Depois de alguns meses de tentativas, resolvemos procurar uma psicóloga pra ver se conseguíamos ajuda pra resolvermos nosso imenso problema. Procuramos bastante e encontramos a Dra. Valéria, uma morena estonteante, linda e gostosíssima. Pelo menos pra mim, as consultas seriam interessantes. No dia de nossa primeira consulta, só a Aninha foi falar com Valéria. Eu fiquei na sala de espera e pude ouvir as duas conversando:

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