Conteúdo do Labyrinx
vizinha crente
by: rela506310
Alô galera. Aqui é o Diogo. Tenho 20 anos. Sou e moro no interior do Rio de Janeiro. Vou contar uma parada que vi há um tempo, num terreno baldio, perto de casa. Bem, eu voltava da aula de inglês. Devia ser umas oito horas da noite. Ao chegar na esquina da minha rua, eu vi uma mulher e dois caras entrarem num terenão abandonado e de mato alto. Não tenho a menor idéia de quem poderiam ser os caras, mas a tal mulher era uma senhora casada que morava perto de mim. Até onde eu sabia, ela era uma daquelas crentes chatas e horrorosas. Mas pelo menos, pela grossura das batatas das pernas, a crente parecia ser coxuda e gostosa. Reduzí os passos, guardando uma certa distância do local. Tornei a caminhar de forma lenta. Logo, pude escutar uns barulhos sinistros, vindos lá de dentro do terreno. Ainda bem receoso, mas tomado pela curiosidade, eu fui cercando a lateral do terreno, até chegar num ponto, onde eu pudesse ver o que acontecia. Simplesmente, a mulher tava “pagando uma gulosa” nos dois caras. Era um moreno e um negro. Quando ela chupava o moreno, punhetava o negro. Depois, invertia-se a situação. Na mesma hora, eu fiquei pensando e lembrando do cara que era seu marido ou, pelo menos, vivia com ela sob o mesmo teto. Confesso que fiquei excitado ao ver aquela cena. De onde eu estava, por detrás de uma moita de galhos secos, dava para ver e ouvir algumas coisas que eles falavam. Por exemplo, lembro de ela ter chamado os sujeitos pelos nomes de Paulo e Betão, respectivamente. Aquilo parecia ser coisa antiga entre eles, pois a mulher, que fazia o tipo calada e séria, no dia-a-dia, tava, bem à vontade com os dois. Então , ela levantou a saia que usava, descendo a calcinha até os pés. Estendeu uma toalha sobre o chão, pondo-se em posição quadrúpede. O moreno começou a enrabar a tal mulher. Ela mesma, inclinava-se para frente, puxando para si o cacete do negro, começando um novo boquete nele. A safada gemia gostoso e em alto som, sentindo os dois homens enfiados nela. Eles ficaram pouco tempo naquela posição, pois o moreno que tava atrás parecia ter gozado com vontade na crente. E o negrão, logo depois, gozou com a chupada dela, chegando a jorrar e jogar jatos pela sua face. Daí, eles se vestiram. A mulher também. Antes de se despedirem, eu escutei o rapaz negro falar: “Amanhã vai ser lá em casa. Depois, a gente acerta o pagamento, falou?”. Continuei quieto e surpreso, sabendo que aquela mulher era uma espécie mista de seriedade e prostituição. Afinal, na minha rua, ela era respeitada por todos. Ali, naquele terreno baldio, eu descobri que ela transava com outros caras, cobrando pelas sacanagens.