LABYRINX

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Cunhada Grávida, Comi.

by: led2006

Tinha mais ou menos 22 anos, moreno, 1,80m, corpo bem feito, morava com meus pais, no fundo do quintal meu irmão construiu uma casa, casou morava a quase dois anos, a janela do meu quarto é de frente com a casa. Minha cunhada estva grávida de 7 meses, uma morena linda, cabelos encaracolados, seios fartos, devido à gravidez ficaram maiores, coxas grossas e deve ter 1.70 mais ou menos de altura, devido à gravidez usava vestido solto e decotado várias vezes percebi que estava sem sutiã. Inúmeras vezes peguei-me olhando pela fresta da janela quando se abaixava para pegar roupa para estender no varal aparecendo quase à calcinha, morria de tesão . Estava sem trabalhar, só estudava, mamãe havia saído e papai trabalhava, estavam eu e a cunhadinha, meu tesão era tanto que bolei um plano, coloquei uma bermuda sem cueca, tirei a camiseta e sai no quintal lá estava ela, maravilhosa, senti vontade de agarra-la e come-la de todas as formas, sentei-me numa cadeira embaixo da cobertura da lavanderia, e comecei a conversar, quando dei por mim a conversa já estava em tom malicioso, tanto eu como ela. Senti que estava me provocando, pois se abaixava deixando os seios à mostra, virava de costas se abaixando mostrando as coxas deixando aquele rabo quase a mostra, meu pau estava ficando duro já fazia volume na bermuda, Lena notou, era como a chamava, seu nome era Helena, não tirava os olhos, pensei vou atacar seja o que deus quiser. Levantei-me com o circo armado, estava de costas para mim, abracei-a, encaixei o pau bem no meio daquela bunda e apertei, Lena se assustou: - Que é isso Beto? Tentando se soltar. – Calma Lena, estou morrendo de tesão por você! Nisso já estava com as mãos nos seios. - Não você é meu cunhado, não posso fazer isso com seu irmão! Beijava loucamente seu pescoço enquanto amassava seus seios, fui praticamente arrastando Lena para dentro de casa, quando a soltei, virou-se e olhou-me nos olhos, abracei-a novamente, agora de frente e beijei-a, não havia mais resistência, pois fui correspondido: - Ai! Beto não posso fazer isso, não, por favor.

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