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Trai meu namorado na oficina
by: pedroivonovo
Ola a todos, meu nome é Manuela, mas todo mundo me chama de Manu, a historia que eu vou contar, aconteceu no ano passado e mudou completamente o rumo do meu namoro com Caio. Nós sempre fomos um casal muito bonito, começamos a namorar ainda na escola e na época estávamos juntos há 5 anos, nunca nem havia passado pela minha cabeça trair o Caio, até porque ele é um cara lindo, super simpático com todos, além do mais é de família bem rica, assim como a minha. Eu o amava de verdade e nós tínhamos planos para casar o mais cedo possível. Eu sou uma menina de 24 anos, sou loira de olhos escuros, cabelo ondulado, por sempre curtir esportes (jogava vôlei na escola) eu tenho um corpinho bem legal, pernas bonitas, uma bunda não muito grande, mas bem durinha, mas o que mais chama atenção em meu corpo são meus peitos, desde a adolescência eu sempre tive peitos muito grandes, era até difícil achar uma roupa que não deixasse um tom de vulgar na minha aparência. Caio sempre adorou meus peitos, no sexo ele adorava uma espanhola e gozar em cima deles. Nunca tive muita frescura em relação ao sexo com Caio, sempre fizemos tudo que tivéssemos vontade, somente anal que eu tentei uma vez e não gostei, pois dói demais. Caio era, até então, meu único parceiro sexual. Como já disse a família de Caio sempre teve muito dinheiro, o pai dele era dono de uma rede de postos de gasolina por toda a cidade, e Caio administrava um desses postos, que ficava mais próximo de sua casa. Esse posto que Caio administrava, sempre com auxilio de seu pai, também tinha uma oficina mecânica nos fundos, que também pertencia ao meu sogro, que sempre amou carros. Nessa oficina trabalhava seu Benedito, que era um senhor muito simpático com todos, era um homem negro, de aproximadamente uns 50 anos, trabalhava na oficina com seu filho Jeferson, desse quase ninguém gostava muito, ele era um garoto de uns 17 anos muito marrento, brigão. Alguns funcionários do posto não falavam com ele, pois diziam que ele já tinha sido bandido numa comunidade onde a mãe morava, mas o pai o tirou de lá para trabalhar com ele. Eu não gostava da presença dele, pois sempre que ele me via ele ficava secando meus peitos como se fosse me agarrar, dava até medo do jeito que me olhava. Caio sempre falou que achava o moleque abusado, mas como era filho de seu Benedito ele não tinha muito que fazer. Jeferson era magro, baixo e muito feio, usava um bigode ralo, como quem ainda estava na adolescência, mas se achava muito gato, sempre mexia com as mulheres que ia ao posto, mas eu tinha certeza que nunca alguém daria confiança para aquele magrelo. Voltando a historia, como o posto era próximo a casa de Caio, lá sempre foi o ponto de encontro de nossa turma, nós sempre marcávamos ali para tomar umas bebidas e sairmos todos juntos. Minha história começa quando um casal de amigos nosso resolveu se casar, e eu e Caio seriamos padrinhos desse casamento, ficamos muito felizes pelos noivos e adoramos o convite para apadrinharmos a união dos dois. Eles eram amigos muitos próximos, quase como irmãos, se chamam Priscila e Tiago. Como boa amiga e madrinha eu estava ajudando Pri em tudo sobre o casamento, até organizamos uma despedida de solteira para ela. Conseguimos um stripper que ia se apresentar numa festinha que íamos fazer só com as meninas. Nesse dia também seria a despedida de solteiro do Tiago, mas não sabia o que fariam, ou para onde iam. Como eu confiava muito em Caio, não me preocupei muito com isso. No dia das despedidas combinei com Caio para nos encontrarmos depois das festas para jantarmos e dormirmos juntos, já que as duas despedidas seriam na parte da tarde (Pri quis assim, para evitar que Tiago fosse a alguma boate), Caio então sugeriu que nos encontrássemos no posto, que dali jantaríamos e íamos para a casa dele. Ficou marcado então. Encontrei com as meninas na casa de Pri e fomos para a despedida, que seria na casa de uma outra madrinha, que morava sozinha e próxima a Pri. A festa começou com muita bebida e musica e como so estávamos entre mulheres dançávamos sem pudor, quando o interfone tocou, todas nós já imaginávamos o que seria, menos Pri. Botamos uma cadeira no centro da sala e deixamos Pri sentada de costas para a porta, assim que abrimos o stripper já foi entrando no ritmo da musica que tocava, era um rapaz moreno, forte e com uma roupa de policial, era muito bonito, todas nós ficamos de boca aberta com a beleza do rapaz. Ele então percebeu quem era a noiva e começou a dançar para ela, tirando sua roupa. Nós começamos a incentivar Pri a aproveitar a dança, ela então começou a passar as mãos pelo corpo de stripper, que já estava sem camisa e tirava sua calça, assim que ele tirou a calça, ficou dançando com Pri só com uma cueca boxer, que corpo lindo tinha esse cara. Ele então começou a dançar com todas nós, sempre tocando um funk, dava pra ver que ele estava tirando uma casquinha da gente sempre que podia, uma passada de mão, ou uma sarrada de leve, mas nada que fosse muito gritante. Ele então mandou Pri sentar na cadeia e que nós ficássemos atrás dela, fizemos como ele falou, então ele começou a dançar pra gente de forma bem sensual e foi baixando a cueca, quando ele a tirou completamente nós quase caímos para trás, o pau dele era imenso, eu nunca imaginei que existisse um pau daquele tamanho, e não estava completamente duro. Todas nós rimos e Pri ficou com as mãos na boca, sem acreditar naquilo. Ele então voltou a dançar, só que agora pelado e disse para Pri que só ela poderia deixar o pau dele duro, ela estava muito sem graça e disse que não saia como, o stripper então puxou sua mão até o pau e fez com que ela o masturbasse por uns segundos, a mão de pri quase sumia naquela rola gigante, que ficou ainda maior quando endureceu. Ele ainda dançou um pouco com o pau duro, mas logo pos fim ao show, todas nós aplaudimos o espetáculo. Demos o dinheiro para ele e continuamos a festa, o assunto agora era o pau do stripper rsrs. Nenhuma de nós tinha visto um membro daquele tamanho, Pri ainda disse que o pau dele pulsava na sua mão, que nunca imaginou pegar em um pau tão grande, dávamos varias gargalhadas falando nesse assunto. A festa foi acabando e as meninas indo embora, até que deu minha hora também, dei um bjo na Pri e fui encontrar com o Caio no posto. Pedi um Uber e assim que cheguei no posto comecei a ligar para meu namorado, mas nada dele atender, esperei mais um pouco e liguei novamente, nada de atender. Comecei a ficar preocupada, pois estava começando a escurecer e não tinha nenhuma noticia. Foi quando ouvi alguém se aproximar por trás de mim, e tomei um baita susto quando virei e vi Jeferson me olhando como se eu fosse um pedaço de carne. Dei boa noite e me virei novamente, ele então tentou puxar um papo, já que não tinha ninguém no posto para ele perturbar. Perguntou se eu estava esperando alguém, eu disse que sim, estava esperando Caio para irmos jantar. Ele deu uma risadinha e falou: