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A VENDEDORA DE PLANOS FUNERÁRIOS
by: rela967375
Era uma tarde comum, de um dia rotineiro, de uma cidadezinha qualquer do interior paulista. Havia saído do trabalho e pretendia ira ao sítio olhar o gado e ver com o peão se estava tudo bem. Eram umas 16 horas e costumo, antes de ir para minha casa, passar numa lanchonete de uma colega defronte a escola. Minha esposa havia ido ao médico com meus filhos numa cidade vizinha. Fiquei observando o movimento na avenida e batendo papo banal com uns colegas. Por coincidência, havia uma van defronte a lanchonete e que traz os vendedores de planos funerários e que dão descontos em médicos, dentistas, supermercados etc. Sempre demonstrava abertamente minha irritação com vendedores que batem a porta e chegam nas horas mais chatas, interrompendo afazeres no computador ou telefonemas importantes. Nunca me interessei por esses planos, até por um pouco de misticismo e fiquei indiferente aos caras que estavam vizinhos a van, esperando os outros vendedores que passavam de residência em residência com a velha bicaria. Papo vai, papo vem, os tais vendedores foram chegando aos poucos na lanchonete. Notei que a turma era um misto de homens e mulheres, com camisetas da empresa. No meio da turma havia uma loirinha de cabelo chanel que de imediato chamou-me a atenção. Deveria ter uns 21 anos, 1.65, e trajava uma calça jeans apertada e uma blusinha regata com o símbolo e a letras da empresa. Utilizava um sutiã que moldava os belos seios empinados, parecendo dois troféus esperando o vencedor. A bundinha,moldada pela calça estava arrebitada e na mão esquerda uma aliança. Uma bela mulher pensei eu, perdendo-se um pouco no papo com um colega. Apesar do cansaço e do calor intenso do interior, senti que a garota estava esvoaçante, bem desenvolta, apesar do ar de preocupação estampado em seu rosto. Pediu um sorvete no balcão. Ela olha para trás e nota meus olhares de interesse, sabendo, que apesar de não ser muito bonita, era mais interessante que muitas mulheres ditas belas!