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Com amor, não tem pecado 2
by: turinturambar
Sei bem que vocês querem saber o que aconteceu depois daquele sábado. Posso dizer que os dias seguintes a minha inesperada orgia foram um tanto estranhos. Por uma semana não troquei mensagens nem com Patrícia e nem com Julianny. Apesar de todo o discurso da mulher do pastor, eu ainda me sentia culpada. Eu me entreguei para aquelas duas mulheres e não tive coragem de contar para o Pedro. Assim, também não as procurei e nem elas me procuraram. Apesar desse sentimento de culpa, o desejo não cessou. Pelo contrário, eu me masturbava sozinha nos meus lençóis, pensando nelas duas. Elas me tocaram como nem mesmo o Pedro havia feito. Sentia saudade da língua e dos dedos de Julianny e da boca de Patrícia. Deitada de bruços, eu me apertava a bunda pensando na minha cunhada e colocava um dedo ali atrás, lembrando das carícias da mulher do pastor. Fazia da mesma forma, empurrando o dedo lentamente, abrindo espaço nas minhas pregas. Me imaginava me entregando daquela forma para Julianny, para Patrícia, e no meio disso tudo a imagem de Pedro surgiu.