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VENDO MEU PAI DE PAU DURO, PELO VOLUME NO SEU SHORT...
by: asangelrj6
Nathália, 26 anos e viciada em sexo. Desde muito cedo, logo nos meus primeiros namoricos já comecei a gostar de segurar um pinto duro e tocar punheta... Adorava sentir aquela coisa ficando dura por minha causa. Cheguei até a ficar noiva, mas não querendo ser de apenas um só homem, não aceitei me casar e passei apenas a arrumar namorados. Cheguei a namorar dois ao mesmo tempo: um que gostava de também comer minha bunda e o outro me fazer chupar seu pau além de me foder e bater na minha bunda ao mesmo tempo me fazendo gozar bem gostoso. Veio a pandemia e acabei tendo que ficar trancada dentro de casa, e em duas semanas eu já estava subindo pelas paredes que acabei usando um tubo roliço de desodorante na minha buceta pra poder gozar. Meu pai (48 anos), que estava viúvo a quase 2 anos, passou a trabalhar em home Office utilizando seu computador que ficava na sala e o telefone. Foi quando passei a ver meu pai constantemente de short e sem camisa. Um dia percebendo que ele tinha um volume estranho no short senti um calafrio percorrer meu corpo fazendo minha buceta latejar de tanto tesão reprimido. Imaginava que meu pai também devia tá em abstinência sexual... Desconfiava da sua secretária que ligava pra ele quase todos os dias e normalmente ele se afastava pra atender pelo telefone sem fio. Enquanto ele trabalhava no computador, eu ficava vendo TV e só diminuía o volume quando ele estava falando ao telefone. Dias de muito calor passei a usar shorts mais curtos e camisetas largas. Vendo meu pai muitas vezes parecendo estar de pau duro, acabei abusando de shorts mais colantes e camiseta sem usar sutiã... Tenho peitos um pouco avantajados. Sentia prazer em notar meu pai olhando pro meu corpo, principalmente pro meio das minhas pernas onde sabia estar minha xoxota marcada no tecido, e pros meus peitos com os bicos pontudos no tecido da camiseta. Meu pai já parecia nem se importar que eu estive vendo o volume no seu short. Até que um dia ele levantou da cadeira com um volume enorme no short, passou bem na minha frente e foi até a cozinha... Continuei vendo a TV. De repente senti meu pai por trás do sofá levando as mãos nos meus ombros começando a fazer um leve carinho.