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Família Moderna: Férias na praia 9

by: filhodamae84

Muita coisa passava em minha cabeça, e eu apenas mexendo os lábios sem fazer muito barulho, perguntei pra tia Sandrinha que me olhava, como elas tinham conseguido. Ela sem parar o boquete, balançou os ombros com um risinho sacana no rosto, enquanto minha mãe perguntava em forma de sussurro, se meu pai conseguia adivinhar quem estava chupando a pica dele. Tia Sandrinha começou uma punheta, arrancando gemidos do meu pai, que se contorcia na cadeira e era impedido pela minha mãe de mexer os braços. Minha tia voltou a chupar, agora com a ajuda de minha mãe, que com uma camisa tinha amarrado as mãos de meu pai atrás da cadeira. Meu pau estava explodindo dentro da calça, e enquanto as duas chupavam meu pai com muita vontade, me coloquei atrás delas, tirei suas saídas de praia e sem tirar suas calcinhas, comecei uma chupada alternada nas duas que estavam bem excitadas. Chupei bastante e então comecei a meter em tia Sandrinha, bem devagar para que meu pai não percebesse nada. Ela estava muito molhada e alisava meu saco toda vez que eu enfiava tudo. Percebi que meu pai não aguentaria aquilo por muito tempo, e então passei pra buceta da minha mãe, enquanto tia Sandrinha se levantava e ia beijar o pescoço do meu pai. Ficamos assim por um tempo, minha mãe rebolando em meu pau e chupando meu pai que não conseguia ver nada, e minha tia lambendo e beijando o pescoço de seu próprio irmão, que não demorou muito anunciou que iria gozar. Minha mãe parou a chupada por um momento, para que tia Sandrinha retornasse e as duas pudessem juntas, tomar da porra dele. Me coloquei atrás de tia Sandrinha mais uma vez, que com uma rebolada recebeu todo meu cacete dentro dela. As duas passaram a lamber e punhetar a pica do meu pai, me dando tempo de gozar no fundo da buceta da minha tia, fazendo com que ela gemesse com o pau do meu pai em sua boca. Fiquei observando, imóvel, as duas gostosas mamando e fazendo meu pai gozar em seus rostos. Ao terminar, tia Sandrinha levantou, e com a cara ainda suja de porra, me puxou pelo braço em direção à porta, deixando minha mãe ainda de quatro terminando de limpar a pica do meu pai, que dizia não acreditar no que tinha acabado de acontecer, e querendo saber quem tinha sido a companheira de minha mãe. No corredor enquanto minha tia se ajeitava, tentei saber como aquilo tinha acontecido, e ela sem me responder, mandou que eu me apressasse em descer porque meu pai não poderia saber quem tinha sido ainda. Descemos juntos, e nos enturmamos de novo como se nem tivéssemos saído.

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