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O GOSTO DA DEVASSIDÃO
by: bemamado
Era uma madrugada fria e chuvosa quando Leonel foi acordado por barulho vindos da sala e porta de entrada; calçou os chinelos e apenas de camiseta, desceu as escadas silenciosamente; já na soleira percebeu um vulto feminino e acionou o interruptor acendendo as lâmpadas. “Ai! Que susto, Leo!”, reclamou Sabrina com os sapatos na mão, a maquiagem borrada e os cabelos em total desalinho. Leonel examinou a jovem e fez uma careta de reprovação.