LABYRINX

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Tia popuzuda.

by: baudoscontos

Lembro que minha primeira punheta foi por causa da tia Carmem (irmã mais nova do meu pai). Depois, virei um viciado em me masturbar; principalmente quando via tia Carmem; na casa da minha avó, vestindo aqueles short´s que realçavam seu popozão ou saias tão curtas que muitas vezes dava pra ver até sua calcinha... Corria pro banheiro e chegava a esfolar meu pinto de tanto tocar punheta (duas, e até três em menos de uma hora). Mas foi ficando mais vezes na casa da minha avó é que fui me dar conta de que poderia ver tia Carmem do jeito que veio ao mundo. Como morávamos em uma cidade histórica e a casa da minha avó era do século XV; tudo era muito velho, até as fechaduras das portas... Tão antigas que dava pra enfiar um dedo pelo buraco da chave. Como meus pais trabalhavam, passei a ficar depois das aulas na casa da minha avó só esperando a oportunidade pra ir espiar a tia tomando banho. Mas confesso que acabei indo espiar primeiro minha avó tomando banho... Como tia Carmem não estava em casa; fiquei olhando minha avó que beirava seus 60 anos pelo buraco da fechadura e mesmo assim lasquei uma gostosa punheta. Quando descobri que minha avó participava de um grupo de idosos todas as quartas-feiras; foi nesse dia que passei a ir sempre pra sua casa. Eu estava com 16 anos e minha tia Carmem; solteirona, com 24 anos. Não dava pra entender como uma mulher como minha tia; nem namorado tinha... Fora seu popozão que sempre me deixou doidão; tia Carmem era muito gostosa: morena clara; peitos fartos; baixinha de 1,60 m e uns 52 kgs. Outra coisa estranha; era ela sempre que chegava alguém de fora (até meu pai), correr pra vestir roupas mais discretas. Tia Carmem era evangélica, e pelo que parecia eu era o único homem que ela não tinha um pingo de acanhamento em ficar de shortinhos tão pequenos e tão apertados que deixava praticamente metade da sua bunda de fora; na frente, sua xoxota parecia ser bastante volumosa marcada pelo tecido. Numa quarta-feira cheguei; estava muito calor, e meu coração disparou quando tia Carmem disse que ia tomar um banho. Só me aproximei da porta quando ouvi o barulho do chuveiro. Ao conseguir visualizar dentro do banheiro pelo buraco da fechadura não poderia imaginar que seria tão fácil. Tia Carmem peladona com seu bundão virado pra porta parecia estar regulando a temperatura do chuveiro... Já tive logo que tirar meu pau pra fora da bermuda. Mas o melhor foi que ela não puxou a cortina e eu pude ficar olhando ela se lavar todinha: bunda; braços; barriga; pernas e sua buceta que parecia ter poucos pentelhos (quase toda raspada)... Foi justamente nessa hora que tive que correr pra área de serviço e gozar dentro do tanque de roupas. Com o tempo passei a até dormir na casa da minha avó; de quarta-feira pra quinta. Depois de ficar espiando minha tia tomando banho por mais umas três vezes; e nem imaginar que ela já sabia que eu andava olhando-a pelo buraco da fechadura, levei um puta susto quando ela, logo após minha avó sair:

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